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terça-feira, 8 de maio de 2018

CORREIOS CONFIRMAM PLANO DE FECHAMENTO DE AGÊNCIAS NO RN

Os Correios confirmaram que estão realizando estudos para reduzir o número de agências da empresa no Rio Grande do Norte. A empresa iniciou estudos de readequação da rede de atendimento. Ainda não há uma programação sobre a quantidade de agências que serão fechadas.

O encerramento das agências inclui não apenas a sua rede física como também novos canais digitais e outras formas de autosserviços. Atualmente, os Correios contam com um total de 183 agências no Rio Grande do Norte. Todos os municípios têm, ao menos, uma unidade. Ao todo, a empresa tem um efetivo de 1.325 empregados no estado.


Em nota oficial, os Correios esclarecem que o projeto prevê o encerramento de agências próprias muito próximas de outras unidades de negócio. “Com isso, pretende-se otimizar custos, o que é de interesse não só da empresa, mas também da sociedade como um todo”, informa o texto.

De acordo com a Superintendência Regional no Rio Grande do Norte, o estudo que está sendo realizado visa revisar a situação de agência por agência, ainda não está definido o número de unidades que terão suas atividades encerradas, bem com as suas localidades.

Ainda na segunda-feira, 7, em nota assinada pelo presidente Carlos Fortner, os Correios frisam que estes estudos são fiscalizados pelo Tribunal de Contas da União e pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.

Sobre o total de postos que serão fechados, o presidente ataca as informações divulgadas sobre números de agências – estimativa é de que 513 unidades serão fechadas este ano. “Especular prematuramente a respeito de números sem conhecer o projeto de remodelagem da rede de atendimento não é apenas irresponsável e leviano: é uma prestação, antes de mais nada, de um desserviço ao cidadão”, aponta.

Ainda de acordo com Carlos Fortner, o objetivo da ação é tornar a empresa mais competitiva. “Dentre os objetivos deste projeto está contemplada a modernização da empresa para torná-la mais ágil, competitiva e sustentável”, finaliza.

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