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quinta-feira, 30 de maio de 2019

NOVA CRUZ E OUTRAS CIDADES DO RN REALIZAM ATOS EM DEFESA DA EDUCAÇÃO

Em Natal, estudantes e professores se reuniram no cruzamento entre as avenidas Salgado Filho e Bernardo Vieira com cartazes — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi
Estudantes, professores e outras categorias fizeram manifestações em Natal e outras cidades do interior do Rio Grande do Norte nesta quinta-feira (30), contra o corte no orçamento das instituições públicas de ensino superior e também a reforma da previdência. Atos e paralisações aconteceram em outros os estados e no Distrito Federal nesta quinta. 

Em Natal, o protesto começou por volta das 15h, no cruzamento entre as avenidas Bernardo Vieira e Salgado Filho. Os manifestantes seguem em passeata em direção ao bairro de Candelária, na Zona Sul, pela BR-101, como aconteceu em 15 de maio. A manifestação ainda está em andamento. 
Em Nova Cruz, no Agreste potiguar, alunos e professores se reuniram no IFRN e depois saíram pelas ruas da cidade — Foto: Daniel Barbosa 
Na cidade de Nova Cruz, estudantes secundaristas se juntaram em frente à sede do IFRN no município e depois ganharam as ruas da cidade, com cartazes contra os cortes na educação. 



Em Assu, na região Oeste, estudantes e professores também saíram em passeata com cartazes que faziam críticas aos cortes e também à reforma da previdência. 

Manifestantes saíram pelas ruas de Assu, no Oeste potiguar, para protestar contra os cortes na educação — Foto: Cedida 
Em decreto de março que bloqueou R$ 29 bilhões do Orçamento 2019, o governo federal contingenciou R$ 5,8 bilhões da educação

Desse valor, R$ 1,704 bilhão recai sobre o ensino superior federal

Em maio, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) informou sobre a suspensão da concessão de bolsas de mestrado e doutorado

Os cortes e a suspensão motivaram os protestos de 15 de maio

Após os atos, o governo disse que liberaria mais recursos para a educação, mas manteve o corte já anunciado em março

Nesta quinta, o Conselho Nacional dos Direitos Humanos recomendou que o governo reveja os bloqueios


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