TAXA DE DESEMPREGO ESTABILIZA EM 15,5% NO RIO GRANDE DO NORTE

 


No Rio Grande do Norte, a taxa de desocupação, ou de desemprego, foi de 15,5% no trimestre de janeiro a março de 2021. A taxa de desocupação, percentual de pessoas desocupadas em relação às pessoas na força de trabalho, apresentou estabilidade frente ao trimestre anterior (outubro a dezembro de 2020), bem como em relação ao mesmo trimestre do ano passado.

Em números absolutos, a PNAD Contínua estima que 229 mil potiguares estavam desocupados no último trimestre. São consideradas desocupadas as pessoas que estavam sem trabalho e que tomaram alguma providência para conseguir emprego, como entregar currículo, atender a entrevistas de emprego, inscrever-se em concurso, entre outras atitudes. Essas pessoas estavam disponíveis para assumir o posto de trabalho naquela semana caso o tivessem encontrado, porém não obtiveram êxito.

No estado, dos 2,96 milhões de potiguares com 14 anos de idade ou mais, 1,25 milhão estão ocupados. Isso significa que o nível de ocupação no Rio Grande do Norte é de 42,1%. Este indicador é a proporção de pessoas ocupadas em relação à população em idade laboral (14 anos ou mais). Já a taxa de participação na força de trabalho, que mede a proporção de ambas as pessoas ocupadas e desocupadas em relação à população em idade de trabalhar, foi de 49,8%.

A Força de Trabalho no Rio Grande do Norte

A força de trabalho é composta por dois grupos: ocupados (empregados) e desocupados (desempregados). No primeiro trimestre de 2021, havia 1,49 milhão de pessoas na força de trabalho no Rio Grande do Norte, sendo 1,25 milhão ocupados e 229 mil desocupados.

Quanto à carga horária trabalhada, os ocupados se dividem em dois subgrupos: os que trabalham um número de horas suficiente e os que trabalham menos horas do que gostariam. Os plenamente ocupados trabalham pelo menos 40h semanais ou estão satisfeitos com sua carga horária, enquanto os subutilizados por insuficiência de horas trabalham menos de 40 horas semanais e estão disponíveis para trabalhar mais horas. Entre os 1,25 milhão de potiguares ocupados, 1,06 milhão estavam plenamente ocupados, enquanto os demais 186 mil (14,9%) encontravam-se subutilizados por insuficiência de horas.

A Força de Trabalho Potencial

A força de trabalho potencial é a junção dos subgrupos dos desalentados e dos indisponíveis. De janeiro a março de 2021, havia 294 mil pessoas neste contingente, sendo 188 mil desalentadas e 106 mil indisponíveis.

Desalentadas são as pessoas que não estavam trabalhando nem procuraram emprego nos últimos 30 dias, mas que declararam ter interesse em e disponibilidade para trabalhar na semana em que foram entrevistadas. Os desalentados podem ter procurado emprego há mais tempo, mas desistiram de procurá-lo nos últimos 30 dias que antecederam a visita do IBGE.

Já os indisponíveis são aqueles que, embora tenham declarado interesse em trabalhar, não teriam condições de assumir uma vaga na semana anterior à que foram entrevistados por motivos diversos, como: estudo, afazeres domésticos e cuidado de filhos ou dependentes.

A Força de Trabalho Ampliada e a Subutilização

A força de trabalho ampliada é a junção da força de trabalho com a força de trabalho potencial. É utilizada para evidenciar a subutilização da força de trabalho. Entre os subutilizados estão os desocupados, os ocupados que trabalham horas insuficientes, os desalentados e os indisponíveis. O número de subutilizados no Rio Grande do Norte foi de 709 mil pessoas.

Pessoas ocupadas por posição na ocupação

No trimestre de janeiro a março de 2021 havia 1,25 milhão de pessoas ocupadas no Rio Grande do Norte. Dentre este total, 511 mil eram empregados do setor privado, sendo 334 mil (65,4%) com carteira assinada. Outros 87 mil eram trabalhadores domésticos, dos quais 15 mil (17,2%) estavam formalmente empregados. Já os servidores públicos totalizaram 204 mil.

O número de empregadores foi de 85 mil, dentre os quais 67 mil (78,8%) estavam formalmente registrados no CNPJ. O número de trabalhadores por conta própria, os que empreendem sem empregados utilizando-se, por vezes, de mão de obra de parentes ou moradores do seu próprio domicílio, foi de 335 mil, dos quais 63 mil (18,8%) tinham cadastro no CNPJ. Por fim, os trabalhadores familiares auxiliares somaram 24 mil no trimestre de janeiro a março de 2021.

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