UFRN AUTORIZA NOVAMENTE ANTECIPAÇÃO DE FORMATURA PARA CURSOS DA ÁREA DA SAÚDE

 


A Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) regulamentou nesta semana, pela segunda vez em menos de um ano, a formatura de estudantes dos cursos da área da saúde, como Medicina, Fisioterapia, Farmácia e Enfermagem.

Em 2020, a instituição adiantou a colação de grau de 92 alunos dessa área, em função do cenário da pandemia da covid-19. A decisão está prevista na Lei Federal 14.040/2020. Para isso é necessário que o estudante tenha cumprido 75% da carga horária prevista para o internato médico ou estágio supervisionado, conforme estabelece tal lei.

Na Escola Multicampi de Ciências Médicas (EMCM/UFRN), em Caicó, no Seridó potiguar, 40 alunos do curso de Medicina podem requerer o adiantamento para colação de grau. Para embasar o pedido de autorização junto ao Ministério da Educação (MEC), a EMCM realizou um levantamento, que aponta as dificuldades enfrentadas por hospitais e equipes do Programa Saúde da Família (PSF) para fechar escalas em razão da necessidade de novos profissionais. Todos os 25 municípios seridoenses foram consultados. Desse total, 18 responderam ao estudo, sendo que 15 deles possuem equipes de Saúde da Família.

Dentro do recorte das equipes do PSF, o estudo mostra que 11 municípios precisam de médicos para o fechamento de escalas. Em Jucurutu, seis equipes do Programa estão sem esse profissional. Em Caicó, cidade onde está instalada a EMCM, são cinco equipes do PSF sem médico. Ao todo, o Seridó tem 25 equipes sem esse tipo de profissional. O levantamento também questionou os municípios sobre as dificuldades para fechamento de escalas em centros covid. Nove, das 13 cidades do Seridó que responderam à pesquisa e onde há esse tipo de atendimento, afirmaram ter problemas.

O município de Cruzeta é o que mais sofre com a falta de médicos nos centros de atendimento aos casos suspeitos e confirmados para a covid-19. A cidade busca cinco médicos, segundo o estudo. Em seguida, vêm Lagoa Nova e Timbaúba dos Batistas, onde o levantamento constatou a ausência de três médicos para cada um desses municípios. Em toda a região, faltam, pelo menos, 20 médicos para atendimentos nos centros covid. No caso dos hospitais que recebem pacientes acometidos pela infecção causada pelo novo coronavírus, a necessidade de médicos para fechar as escalas também é expressiva.

No Hospital Regional de Caicó, são necessários 10 médicos, além de mais cinco para atendimentos em outras unidades hospitalares da cidade; em Currais Novos, também no Hospital Regional, a busca é por cinco médicos; e em Lagoa Nova e Parelhas, a necessidade é de quatro médicos para cada município. Além dessas, outras seis cidades alegaram o mesmo tipo de dificuldade, totalizando um déficit de 38 profissionais na região, conforme apontou o levantamento. Veja a matéria completa na Tribuna do Norte.

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