CASOS DE SÍNDROME RESPIRATÓRIA GRAVE , NA MAIORIA CAUSADOS PELA COVID, CRESCEM NO RN, DIZ FIOCRUZ

 

Paciente na maior UTI de atendimento a Covid 19 do Brasil, no Hospital Ronaldo Gazolla, em Acari, Zona Norte do Rio de Janeiro, faixas etarias de 20, 30 e 40 anos ja formam metade dos pacientes atendidos. Foto: Lucas Neves/Agencia Enquadrar / Agência O Globo



Treze estados brasileiros, entre eles, o Rio Grande do Norte, e o Distrito Federal apresentaram sinal de aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que atualmente é causada pela Covid-19, na semana de 23 a 29 de maio. A informação é do novo boletim do InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). 

Doze estados e o DF tiveram crescimento na tendência de longo prazo, que analisa dados das últimas seis semanas e, portanto, suaviza o efeito de oscilações e é considerado um sinal “forte” das tendências de queda, estabilização ou aumento de casos. Foram eles Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Alagoas, Amazonas, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Tocantins. 

Já o Ceará apresenta sinal moderado de crescimento apenas na tendência de curto prazo, que analisa as notificações das últimas três semanas, portanto é um índice mais rápido, mas também mais suscetível a mudanças, e por isso deve ser interpretado com cautela. 

Apenas um estado brasileiro, Roraima, registrou tendência de longo prazo de queda. O boletim alerta que, entre os estados com tendência de estabilidade, muitos ainda estão com valores similares ou até mesmo superiores aos picos observados ao longo de 2020.

Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe e pesquisador em Saúde Pública da Fiocruz, afirma que se mantém uma tendência observada nas últimas semanas e que mostra uma interrupção na queda dos casos. — Agora temos mais estados na situação ou de interrupção de queda ou retomada de crescimento. Continuamos caminhando na direção de um possível novo pico — afirma. 

Na avaliação do pesquisador, é fundamental a mobilização de autoridades, governos, setor privado e população para voltar à situação do final de março, que era de sinal de queda nos casos de SRAG.

— Isso é algo que estamos alertando há semanas: quando começou a queda, era preciso muita cautela em relação a começar flexibilizações, justamente para evitar esse cenário atual. Não se manteve a queda por tempo suficiente para chegar a uma situação de segurança. Esse é o desafio que vem desde o ano passado. Ou as medidas [para conter o avanço do coronavírus] são insuficientes ou são mantidas por tempo insuficiente — afirma.



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