MAIS DE 156 MILHÕES DE BRASILEIROS VÃO ÀS URNAS NESTE DOMINGO (02)

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  Comícios, caminhadas, reuniões, entrevistas, lives, debates. Foram 46 dias de campanha nos quais os candidatos que disputam as eleições de 2022 passaram por maratonas para conquistar eleitores. Neste domingo (2), a partir das 8h (horário de Brasília), mais de 156 milhões de eleitores brasileiros poderão escolher seus representantes nas urnas. Nas urnas, o último a ser escolhido será o presidente. A votação segue a ordem: deputado federal, deputado estadual, senador, governador e, finalmente, presidente. A eleição presidencial tem 11 candidatos. Contudo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente Jair Bolsonaro (PL) concentram a maior parte das preferências, segundo as pesquisas de intenção de voto. Ao todo, 20 dos 27 governadores (74%) concorrem à reeleição. Segundo pesquisas de intenções de voto, dez deles têm chances de vencer já no primeiro turno; outros nove estarão no segundo turno, caso as projeções se concretizem. No Senado, um terço das cadeiras (27) estão

COVID-19: PREFEITOS PEDEM PRORROGAÇÃO DE MEDIDAS MAIS RESTRITIVAS NO INTERIOR DO RN

 


Em reunião com o Governo do Rio Grande do Norte para fazer uma análise da evolução da pandemia, prefeitos do Alto Oeste reconheceram o impacto positivo do decreto 30.596/2021, o primeiro com foco regional, pediram ajuda para fiscalizar o cumprimento das medidas restritivas e lançaram um apelo por mais vacinas para acelerar o ritmo de imunização dos moradores.

A mais recente edição do indicador composto, elaborada pelo Comitê de Especialistas da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e concluído na terça-feira 1º, mostra que a taxa de casos ativos nos 37 municípios sob jurisdição da VI Regional de Saúde (Pau dos Ferros) ainda é alta, assim como a incidência da doença na população economicamente ativa e a demanda por leitos Covid, situação que ainda não permite flexibilizações.

Conduzida pelo secretário Fernando Mineiro, coordenador do Pacto pela Vida, a reunião foi realizada de forma virtual com a participação de 48 pessoas, entre prefeitos, secretários e servidores da saúde. A subsecretária de planejamento e gestão da Sesap, Lyane Ramalho, sugeriu a prorrogação do atual decreto, cujo prazo de vigência termina no próximo domingo, por mais oito dias.

Diante do quadro relatado por prefeitos e secretários de saúde, o vice-governador Antenor Roberto sugeriu a construção de plano estratégico, por prefeituras e forças de segurança, com foco no combate às aglomerações e na conscientização da população e dos comerciantes sobre a importância de cumprir os protocolos sanitários. “Precisamos de um controle maior e estamos aqui para somar e apoiá-los na questão do isolamento e distanciamento social.”

Durante a reunião com os prefeitos do Alto Oeste, o diretor do Hospital Regional Cleodon Carlos de Almeida fez um relato do drama dos pacientes, pedindo que isso servisse de reflexão aos gestores na hora de decidir o que deve ser feito daqui em diante. “Entendo a necessidade da economia, mas não suportamos mais ver o filho levar o corpo da mãe, a mãe levando o corpo do filho. Não aguentamos mais ver as famílias chorando a morte de seus entes queridos. Nossa capacidade de atendimento está sufocada. Nesta semana tivemos de abrir, em meia hora, três leitos porque havia quatro ambulâncias na porta do hospital e um dos pacientes estava com saturação 40. Reflitam sobre isso!”

VALE DO AÇU E CENTRAL

Na segunda reunião do dia, desta vez com prefeitos das regiões Central e Vale do Açu, a Sesap apresentou a situação epidemiológica dos municípios, apontando a necessidade estender as medidas por um período maior que o previsto no Decreto 30.606.

Segundo Miguel Pinheiro Neto, prefeito de Angicos, quatro óbitos foram confirmados na última semana no município. “Ainda enfrentamos momentos difíceis, o que indica a necessidade de manter o decreto por um período maior para que as medidas restritivas possam melhorar os índices da Covid-19.”

O presidente da Associação dos Municípios da Região Central e Vale do Açu Potiguar (AMCEVALE), Reno Marinho, prefeito de São Rafael, destacou a união entre os prefeitos das regiões, ao mesmo tempo que defendeu que medidas restritivas sejam ampliadas para todo o Estado. “É importante que todo o Rio Grande do Norte esteja sob o mesmo decreto para ajudar principalmente os municípios do interior que recebem grande fluxo de moradores da capital.”

Em reunião com prefeitos da Região Metropolitana, na segunda-feira (31), procuradores dos ministérios públicos Federal, Estadual e do Trabalho citaram os decretos regionalizados, editados pelo Governo do Estado em comum acordo com os prefeitos das regiões Alto Oeste, Vale do Açu/Central e Seridó como “balizadores” das novas medidas que precisam ser adotadas em Natal e mais 105 municípios que estão sob normais mais flexíveis.

A maioria dos prefeitos, presentes nas duas reuniões, expressou a necessidade da prorrogação dos decretos. Como nem todos os prefeitos estavam presentes, os presidentes da AMOP – Associação dos Municípios do Oeste Potiguar, Rivelino Câmara; e da Associação dos Municípios da Região Central e Vale do Açu Potiguar, Reno Marinho, ficaram de consultar os demais prefeitos antes de encaminhar documentos ao Governo do Estado propondo a prorrogação das medidas.

“Na reunião, reafirmamos a posição da governadora Fátima Bezerra, que é fazer as parcerias com os municípios para enfrentar avanço da pandemia. Vivemos um momento muito delicado, com especialistas alertando para uma possível terceira onda, e é preciso que tenhamos uma atitude, não só dos governadores, mas também da população, de cumprir os protocolos. Estamos na seguinte situação: a gente consegue conter a expansão da contaminação e existe uma pressão de vários setores para que haja medidas menos restritivas. Aí volta tudo à estaca zero”, pontuou o secretário para Gestão de Projetos e Metas de Governo e Relações Institucionais, Fernando Mineiro.

Segundo ele, a média diária por leitos Covid acima de 100 aponta para uma postura mais firme para barrar a economia, “senão quem perderá com isso é a população mais desfavorecida, porque os mais endinheirados têm condições de buscar outras alternativas para enfrentar a pandemia.”

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