RN TEM A QUARTA MAIOR PROPORÇÃO DE ADVOGADOS DA REGIÃO NORDESTE

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  Com quase 15 mil advogados inscritos na seccional potiguar da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RN), o Rio Grande do Norte tem um advogado para cada 242 habitantes, a 4ª maior proporção da região Nordeste. O RN fica atrás de Sergipe (1 para 200), Paraíba (205) e Piauí (205). Em números absolutos, um levantamento do Conselho Federal da OAB aponta que o Estado tem 14.695 profissionais ativos, o que é considerado um alto índice, mas não é necessariamente positivo. É o que avalia Aldo Medeiros, presidente da OAB-RN. Apesar do “inchaço” no mercado, Medeiros acredita que o momento pode criar um ambiente de estímulo a qualificação da profissão. Para o advogado a grande quantidade de profissionais atuando no RN é preocupante devido ao cenário econômico de alta inflacionária e desemprego. A pandemia também entra na conta. “Quando esse crescimento de profissionais se encontra com uma má fase da economia gera uma situação preocupante. Com a recessão nos últimos, declínio do turismo e da produç

ONS PREVÊ CENÁRIO ENERGÉTICO "SENSÍVEL" ATÉ NOVEMBRO

 


O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revisou as previsões para o atendimento de energia ao Brasil até novembro e verificou que o cenário energético do país permanecerá “sensível”, com acionamento de usinas termelétricas, que encarecem a conta de luz.

A ONS também prevê a possibilidade de importação de energia, em um cenário de “esgotamento de praticamente todos os recursos” quando o assunto é requisitos de potência, como nível de reservatórios e vazão. Contudo, mesmo no cenário mais desfavorável, a ONS garante o abastecimento de energia.

Foram traçados dois cenários. No primeiro deles, há acionamento do parque termelétrico, mas de forma conservadora. Já no segundo cenário, mais crítico do ponto de vista energético, as térmicas seriam mais acionadas e seria considerada a importação de energia de países vizinhos para preservação da potência.

O estudo considerou um aumento crescente das atividades de comércio e serviços daqui para frente, o que traz consigo uma maior demanda de energia. Nesse contexto, a tendência é haver uma redução nos níveis de armazenamento no final do período de seca. Mesmo assim, a ONS entende não haver risco de desabastecimento no Brasil

“Embora o estudo indique que até o fim de 2021 a situação permanecerá sensível, o Operador está acompanhando os desdobramentos das ações já em curso e atuando dentro de suas atribuições para aumentar a oferta das fontes de energia e garantir que não haja a suspensão do suprimento elétrico”, afirmou, em nota.

“Vale ainda destacar que o setor elétrico brasileiro é robusto e seguro, mas que diante da pior escassez hídrica enfrentada atualmente, foi necessário adotar medidas excepcionais para economizar água em todos os reservatórios, e com isso gerenciar de forma estratégica esse recurso”, completou.

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