RN CRIA 4,7 MIL VAGAS COM CARTEIRA ASSINADA EM JUNHO

 


Em junho, foi registrada a abertura de 4.782 vagas de emprego com carteira assinada no Rio Grande do Norte, segundo dados divulgados nesta quinta-feira, 29, pelo Ministério do Trabalho e Previdência e pelo Ministério da Economia. 

O saldo foi resultado de 15.004 contratações e 10.222 de desligamentos no mês, de acordo com o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os números foram puxados principalmente pelos setores de serviços e comércio, que, juntos, somaram 3.073 novos postos de trabalho. 

A abertura de vagas formais no mês mostra uma recuperação do mercado de trabalho, após declínio da segunda onda da pandemia da covid-19.

 Em janeiro foram criados 2.248 novos contratos e em fevereiro, 1.744. Em março, com a alta no número de casos e de mortes, foi observada estabilidade em relação ao mês anterior, que foi logo interrompida por uma queda acentuada no mês seguinte. 

Foram 1.822 novos postos de trabalho em março, seguidos por 181 vagas perdidas no único saldo negativo do ano, em abril. O balanço entre admissões e demissões voltou a ficar positivo em maio, com 1.866 novos postos. Junho seguiu com a tendência de reaquecimento no mercado formal e o número registrado foi o melhor no ano. 

No acumulado de janeiro a junho, o saldo no mercado de trabalho formal potiguar é positivo, com 12.311 novas vagas num período de crise provocada pela pandemia. No acumulado dos últimos 12 meses (julho de 2020 a junho de 2021) o RN soma 31.630 novos empregados com carteira assinada. 

Brasil gera 309 mil empregos 

O Brasil gerou 309.114 postos de trabalho em junho deste ano, resultado de 1.601.001 admissões e de 1.291.887 desligamentos de empregos com carteira assinada. No acumulado de 2021, o saldo positivo é de 1.536.717 novos trabalhadores no mercado formal. 

O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 40.899.685, em junho, o que representa uma variação de 0,76% em relação ao mês anterior. De acordo com o ministro da Economia, Paulo Guedes, é a primeira vez desde a crise de 2015 que o país ultrapassa o patamar de mais de 40 milhões de postos formais de trabalho.

 Ele acredita que a retomada da economia brasileira e o retorno seguro ao trabalho continuarão em ritmo acelerado com o avanço da vacinação da população contra covid-19, em especial nos setores de serviços e comércio, os mais afetados pelas medidas de enfrentamento à crise sanitária. 

A próxima divulgação do Caged já deve acontecer sob o comando do ministro Onyx Lorenzoni, que vai assumir o Ministério do Trabalho e Previdência, que está sendo recriado. Guedes destacou que a equipe da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, que hoje está na Economia, seguirá o trabalho na nova pasta.

 Segundo ele, o foco será a geração de oportunidades de trabalho aos jovens e formalização de cerca de 38 milhões de trabalhadores informais que hoje recebem o auxílio emergencial do governo. Em breve, ainda de acordo com Guedes, serão lançados novos programas, como o serviço social voluntário e os bônus de inclusão produtiva (BIP) e de incentivo à qualificação profissional (BIQ).



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