ARAS DIZ QUE VAI SE MANIFESTAR 'DENTRO DO QUADRADO CONSTITUCIONAL' SOBRE BOLSONARO E O INQUÉRITO DAS FAKE NEWS

 

Foto: José Cruz/Agência Brasil


O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou à CNN que não tem alinhamento com o presidente Jair Bolsonaro, mas com a Constituição e que irá se manifestar sobre a conduta de Bolsonaro no inquérito das fake news “dentro do quadrado constitucional”. Nesta semana, o presidente passou a ser investigado pelo Supremo Tribunal Federal e o Tribunal Superior Eleitoral por supostamente espalhar fake news sobre as eleições, com uso da máquina pública.

Em visita ao Senado para conquistar votos para sua recondução ao cargo, Aras afirmou que “nenhum PGR de juízo quer ficar mais do que dois biênios”. Ele evitou falar sobre as urnas eletrônicas e respondeu que vai se manifestar “nos autos”.

Essa é a terceira vez, nesta semana, que Aras vai ao Senado. Nesta quinta-feira, o procurador-geral esteve nos gabinetes de senadores de esquerda, direita e centro, Weverton Rocha, Eliziane Gama, Rogério Carvalho, Zequinha Marinho e do líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes.

Procurador, o senhor veio pedir voto para sua recondução na PGR?
Vim fazer uma prestação de contas do meu trabalho. Quem julga o PGR é o Senado da República, assim como quem julga o Supremo é o Senado também. São autoridades que estão sob a jurisdição de alguém. Essa instituição é o Senado.

O que o senhor faria diferente em um segundo mandato?
Nenhum PGR de juízo quer ficar mais do que dois biênios. O que vou fazer diferente é dar continuidade às grandes conquistas que nós obtemos.

E sobre as críticas de que o senhor tem alinhamento com o presidente Jair Bolsonaro?
Não existe isso. Existe alinhamento à Constituição permanentemente. Ninguém nunca conseguiu fazer uma acusação que esteja dentro da Constituição. Crítica é quando você fundamenta uma opinião. Opinião sem fundamentação, especialmente sem ser constitucional e legal, não é crítica, é só opinião e o valor que se dá depende de cada um.

Qual a sua opinião sobre os inquéritos contra o presidente Jair Bolsonaro e a divulgação de fake news sobre as urnas?
Isso, eu vou falar nos autos. O Procurador Geral não pode ficar se manifestando.

O senhor acredita que há fraude nas urnas?
É o tipo de resposta que vou ter que fazer no papel, vou ter que fazer isso nos autos.  O Ministério Público, o procurador, é importante todo mundo saber, não deve participar da retórica política. O discurso do Ministério Público é jurídico, lógico, formal, constitucional, a luz da Constituição brasileira. Enquanto um parlamentar, um chefe de Poder Executivo tem amplos poderes da retórica política, o espaço do PGR é da Constituição e da lei. É isso que tem que permear toda a atividade, a imparcialidade, tratar dentro do quadrado constitucional.

CNN Brasil

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