CRESCE NÚMERO DE ACIDENTES COM MOTOCICLETAS NO RN

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  Dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RN) apontam que cresceu o número de ocorrências envolvendo motocicletas no Rio Grande do Norte em comparação com o primeiro semestre do ano passado. O levantamento traz dados do Comando de Polícia Rodoviária Estadual (CPRE-RN), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (STTU), referentes ao período de janeiro a junho deste ano e comparados com o mesmo período do ano passado. Conforme o levantamento, os registros de acidente de trânsito com vítima envolvendo motocicletas com, pelo menos, uma pessoa, somaram 1.289 casos neste ano. No mesmo período do ano passado, foram 1.282 casos. Esses dados são os registrados no momento das ocorrências e não levam em conta mortes ocorridas em hospitais após o registro do fato. O aumento nos acidentes envolvendo motos coincide com o aumento da frota. Gabriel Santos, de 24 anos, fez parte das estatísticas com acidentes de motos. Em 2020, ele fraturou a mão e teve les

GASOLINA DO RN ESTEVE 20 VEZES ENTRE AS MAIS CARAS DO BRASIL EM 2021

 



Das 37 semanas analisadas pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), em 20 delas o Rio Grande do Norte esteve entre os cinco estados do País com o maior preço médio da gasolina.

O monitoramento da ANP começou na semana de 03 a 09 de janeiro (semana 1) e está na semana de 12 a 18 de setembro (semana 37). Neste período, o Rio Grande do Norte aparece duas vezes em 1º lugar, como estado com o preço médio do litro da gasolina comum mais caro; cinco vezes em 2º; quatro vezes em 3º; cinco vezes em 4º; e quatro vezes em 5º no ranking.

Entre 12 e 18 deste mês, o Estado apareceu com o segundo maior preço médio da gasolina comum do Brasil (R$ 6,620/litro), atrás apenas do Piauí. Antes, de 5 a 11 de setembro, o RN liderou este ranking (R$ 6,625), segundo dados de levantamentos semanais da Agência.

O RN registrou variação de 31% somente em 2021, passando de R$ 4,924 em janeiro para R$ 6,451 no acumulado de setembro (média mensal parcial). Em quatro semanas (incluindo a da pesquisa de 12 a 18/09), a alta foi de 8,38% e em seis meses de 12,7%.

Sobre o preço final da gasolina que chega ao consumidor incidem tarifas como taxa de realização da Petrobras; custos de compra do etanol anidro e de operacionalização das distribuidoras; lucro dos postos de revenda, além dos impostos referentes ao PIS/Pasep, Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE), Cofins e Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

Com informações da Tribuna do Norte


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