MÃO DE OBRA 'DESPERDIÇADA' NO RN FICA EM 689 MIL PESSOAS NO 2º TRIMESTRE, DIZ IBGE

 


O Rio Grande do Norte tinha 689 mil trabalhadores subutilizados no segundo trimestre de 2021, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua. Os dados divulgados nesta terça-feira,31, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que houve queda de 2,8% (20 mil pessoas a menos) frente ao primeiro trimestre de 2021. Na comparação anual, houve estabilidade estatística, segundo o instituto, já que o total era de 690 mil potiguares no segundo trimestre de 2020.

O contingente de trabalhadores subutilizados, também chamada de “mão de obra desperdiçada”, compreende desempregados, pessoas que trabalham menos horas do que gostariam e os trabalhadores que não buscam emprego, mas gostariam de trabalhar. O indicador é um bom termômetro do mercado de trabalho, por englobar a subocupação e a desistência da procura por trabalho.

O contingente correspondia a 39,8% da força de trabalho ampliada do RN (que soma a força de trabalho com a força de trabalho potencial), a chamada taxa de subutilização, no segundo trimestre de 2021. O indicador era de 40,1% no primeiro trimestre de 2021 e de 40,2% em igual período de 2020. Estes percentuais estão acima da média nacional, assim como quando avaliada a taxa de desemprego que, enquanto no Brasil houve um recuo de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre de janeiro a março de 2021, no RN subiu 0,9% em igual período.

A taxa de desocupação no RN estava 16,4% no trimestre móvel de abril a junho de 2021, mais de 2 pontos percentuais acima do registrado no Brasil (14,1%). Isso representa um universo de 238 mil pessoas, 9 mil a mais ante o trimestre terminado em março de 2021 (229 mil). Se comparado com o mesmo período de 2020, o salto é ainda maior: 17,9%, o que traduz 17 mil potiguares a mais desocupados entre um ano e outro.

A população ocupada (1,2 milhão de pessoas) diminuiu 2,4% (30 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior, mas 6,5% (mais 74 mil potiguares) frente ao mesmo trimestre de 2020. O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar), estimado em 41,2%, caiu 0,9 p.p. frente ao trimestre móvel anterior (42,1%) e subiu 1,8 ponto percentual ante igual trimestre de 2020 (39,4%).

Brasil

O número de pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas atingiu recorde de 7,543 milhões no Brasil no segundo trimestre de 2021. O grupo representava 8,4% dos 87,8 milhões de trabalhadores brasileiros ocupados no período de abril a junho, percentual que vem subindo desde o segundo trimestre do ano passado.

“É um percentual que não é grande, mas vem crescendo. Embora não seja uma população muito grande, mostra trajetória de crescimento”, afirma a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.

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