RIO GRANDE DO NORTE COMPLETA 35 DIAS SEM MORTES EM DECORRÊNCIA DA COVID REGISTRADAS

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  O Rio Grande do Norte atingiu a marca de 35 dias sem mortes por covid-19 nessa quinta-feira (19). Este é o período mais longo sem óbitos desde 28 de março de 2020, data da primeira morte pela doença em território potiguar. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) o dia 14 de abril passado registrou a última notificação de óbito no RN. Especialistas ouvidos pela TRIBUNA DO NORTE são unânimes: a vacinação é fator primordial neste cenário. O infectologista André Prudente, diretor do Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, afirma, no entanto, que outras razões podem ter contribuído para a ausência de mortes. “Com o desenrolar da pandemia, as pessoas ficaram menos suscetíveis à doença, porque, muita gente adoece e adquire imunidade por certo tempo. Com isso, o número de casos confirmados de covid reduz, o que diminui, consequentemente, os óbitos.”, explica. “Também podemos atribuir o quadro atual ao fato de não existir mais fila para regulação. Sabemos que a falta de

HOMENS LIDERAM NÚMERO DE ÓBITOS DE 0 A 79 ANOS, APONTA IBGE

 



Os homens lideram o número de óbitos no Brasil desde o nascimento até os 79 anos de idade. É o que aponta a Tábua de Mortalidade, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta semana.

Enquanto o registro de mortes de meninos recém-nascidos e com até 11 meses chega a 1.243, os de meninas totaliza 1.064.

O volume só muda quando se compara as mortes de ambos os sexos na última faixa computada pelo IBGE, 80 anos ou mais: homens totalizam 43.546 e mulheres 60.574, ou seja, a expectativa de vida delas é bem maior do que a deles.

Segundo Renato Kfouri, pediatra e infectologista e presidente do departamento de imunizações da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), alguns fenômenos genéticos tentam explicar a suscetibilidade dos homens morrerem mais do que as mulheres, principalmente quando recém-nascidos ou bebês, mas é sabido que a mortalidade deles é maior do que a delas em todas as faixas.

“Para qualquer doença infecciosa e de uma forma geral, o agravamento do quadro clínico e a morte do sexo masculino é sempre maior. A própria Covid-19 mostrou que os homens morrem mais do que as mulheres”

Kfouri ressalta que, na fase adulta, mesmo tendo uma predisposição genética para ser menos resistente às doenças do que as mulheres, o que justifica o número mais elevado de mortes de homens é a falta de cuidados com a saúde.

“O homem se cuida menos. Vai menos ao médico, faz menos exame preventivo, toma menos vacina e tudo isso reflete na sua expectativa de vida”, diz o médico.

Um exemplo: enquanto a expectativa de vida de uma mulher com 80 anos ou mais é de 10,6 anos, a de um homem é de 8,7 anos.

Quando se fala em nascimentos, a diferença da expectativa de vida entre homens e mulheres é ainda maior.

Enquanto as mulheres podem viver até os 80,3 anos, a expectativa de vida para os homens é de 73,3 anos, ou seja, sete anos menos.

Expectativa de vida do brasileiro subiu para 76,8 anos
O levantamento mostra que a expectativa de vida no Brasil subiu para 76,8 anos em 2020.

Para os nascidos em 2019, a expectativa era viver, em média, 76,6 anos.

Em cinco anos, a expectativa de vida subiu 1,3 ano, enquanto em dez anos houve um crescimento de 3,3 anos.

IBGE admite falhas no cálculo

O IBGE admitiu que a metodologia utilizada pelo órgão para a construção da Tábua de Mortalidade 2020 não conseguiu registrar todos os óbitos do primeiro ano da pandemia de Covid-19 e o impacto dessas mortes na expectiva de vida dos brasileiros.

Dessa forma, fica comprometido o dado anunciado no início desta quinta de que a expectativa de vida do brasileiro havia subido para 76,8 anos.

sso porque, explica o IBGE, as tábuas de mortalidade publicadas anualmente, desde 1991, se baseiam em projeções que usam “dados censitários, informações disponíveis sobre os registros de óbitos e o conhecimento acerca da Transição Demográfica e Epidemiológica da População Brasileira”, itens que estão defasados no país por causa da falta de um novo Censo.

“As últimas tábuas construídas se referem ao ano de 2010, ano de realização da última operação censitária no Brasil”, alega o instituto, que acredita que os dados serão mais precisos após o Censo de 2022.

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