MORTES VIOLENTAS CAEM 6% NO BRASIL EM 2021, APONTA ANUÁRIO

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  O registro de mortes violentas intencionais, no ano passado, caiu 6,5% em todo o Brasil, apontou hoje (28) o   Anuário Brasileiro de Segurança Pública , documento divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. As mortes violentas intencionais consideram tanto os homicídios dolosos quanto os latrocínios, as mortes decorrentes de intervenções policiais e as lesões corporais seguidas de morte. Em números absolutos, as notificações passaram de 50.448 mortes em 2020 para 47.503 no ano passado, patamar mais baixo desde 2011, quando elas atingiram 47.215. Desde então, o maior patamar registrado foi em 2017, com 64.078 mortes. Em 76% dos casos ocorridos no ano passado, as mortes intencionais foram provocadas por armas de fogo. Todas as regiões do país apresentaram queda no indicador, com exceção da Região Norte, onde elas passaram de 5.758 notificações em 2020 para 6.291 no ano passado, com aumento no Pará, Amapá, Amazonas, Rondônia e Roraima. Também foi registrado aumento absoluto em

ATÉ AGORA, SEIS SECRETÁRIOS DO GOVERNO FÁTIMA DEVERÃO DISPUTAR ELEIÇÕES ESTE ANO

 



O Poder Executivo do Rio Grande do Norte tem na sua formação 22 funções na administração direta, incluindo a governadoria e a vice-governadoria. Ou seja, 20 órgãos são classificados oficialmente com a nomenclatura de Secretarias de Estado. Além da governadora Fátima Bezerra (PT) que vai concorrer à reeleição, e o vice-governador Antenor Roberto (PCdoB) pretenso candidato à Câmara Federal, tem-se que seis secretários devem concorrer ao pleito deste ano. Uma parte vai disputar a Câmara Federal e outra vai tentar uma cadeira na Assembleia Legislativa do Estado. Os secretários que querem disputar o pleito vão ter que deixar seus cargos.

Os prazos para a desincompatibilização eleitoral são contados com base no dia da eleição e variam de três a seis meses, dependendo da classe a que o agente público pertence. A pessoa que deseja concorrer deve estar desincompatibilizada oficialmente no tempo estabelecido, sob pena de ter o pedido de registro de candidatura negado pela Justiça Eleitoral.

Com isso, os seis secretários de Fátima Bezerra devem deixar o governo até o início de abril deste ano para disputar a eleição, já que para secretário de Estado o prazo é de seis meses que antecede o pleito, marcado o primeiro turno para o dia 2 de outubro próximo.

Por enquanto, a lista dos secretários que vão encarar as proporcionais está da seguinte forma: os que pretendem se candidatar à deputado federal são: Cadu Xavier (Tributação), Fernando Mineiro (Gestão de Projetos, Metas de Governo e Relações Institucionais) e Samanda Freitas (subsecretária Trabalho, Habitação e Assistência Social). Já para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, ou seja, vão se candidatar à deputado estadual: Jaime Calado (Desenvolvimento Econômico), Júlia Arruda (Mulheres, Juventude, Igualdade Racial e Direitos Humanos) e Pedro Lopes (Controladoria). Dos seis, o único que não concorrerá pelo PT será Jaime Calado, que disputará pelo Pros.

As informações foram repassadas pelo chefe da Casa Civil e interlocutor do governo para assuntos eleitorais, Raimundo Alves, que frisou não ser oficial, até porque só se confirmam as candidaturas, após as convenções partidárias e os registros das mesmas. Pelo calendário eleitoral, as convenções partidárias devem ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto, quando todas as legendas devem oficializar a escolha de seus candidatos.

Os registros de todas as candidaturas devem ser solicitados até 15 de agosto. “Até o momento, o que temos são expectativas”, comentou Raimundo Alves, deixando a entender que a lista de secretários estaduais que pretendem ir para o embate eleitoral pode aumentar.

Alianças

Já o secretário de Gestão de Projetos e Relações Institucionais, Fernando Mineiro, evidenciou que pretende disputar a Câmara Federal e que, ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pensa em construir alianças para vencer e governar.

“As alianças em 2022 devem ter o objetivo não apenas de vencer as eleições, mas, acima de tudo, de formar uma maioria estável na sociedade civil e nas instituições – o parlamento entre elas – que possibilite o apoio e a aprovação das medidas que promovam as mudanças necessárias na agenda política, econômica, social e cultural no Brasil”.

E acrescentou: “Arrisco a dizer que, a despeito do acirramento eleitoral já em curso, vencer as eleições não será o mais difícil. O desafio maior será a criação das condições para a implementação de um Programa de Reconstrução Nacional que tire o Brasil do atoleiro em que ele se encontra. E isso só será possível com a formação de uma nova coalizão de forças, com destacada atuação na sociedade e no parlamento em apoio ao governo eleito”.

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