MORTES VIOLENTAS CAEM 6% NO BRASIL EM 2021, APONTA ANUÁRIO

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  O registro de mortes violentas intencionais, no ano passado, caiu 6,5% em todo o Brasil, apontou hoje (28) o   Anuário Brasileiro de Segurança Pública , documento divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. As mortes violentas intencionais consideram tanto os homicídios dolosos quanto os latrocínios, as mortes decorrentes de intervenções policiais e as lesões corporais seguidas de morte. Em números absolutos, as notificações passaram de 50.448 mortes em 2020 para 47.503 no ano passado, patamar mais baixo desde 2011, quando elas atingiram 47.215. Desde então, o maior patamar registrado foi em 2017, com 64.078 mortes. Em 76% dos casos ocorridos no ano passado, as mortes intencionais foram provocadas por armas de fogo. Todas as regiões do país apresentaram queda no indicador, com exceção da Região Norte, onde elas passaram de 5.758 notificações em 2020 para 6.291 no ano passado, com aumento no Pará, Amapá, Amazonas, Rondônia e Roraima. Também foi registrado aumento absoluto em

CONTRATAÇÃO DE TRABALHADORES TEMPORÁRIOS CRESCE 20,6% E SUPERA NÍVEL PRÉ-PANDEMIA

 


O número de contratação de trabalhadores temporários no Brasil aumentou 20,5% em 2021 e ano e superou os níveis pré-pandemia. De janeiro a dezembro, foram registradas 2.415.419 vagas temporárias, diante de 2.002.920 no mesmo período de 2020.

Foi o maior patamar desde 2014, início da série histórica. Em relação a 2019, quando foram contratadas temporariamente 1.485.877 pessoas, o aumento é de 62,5%, segundo levantamento da Asserttem (Associação Brasileira do Trabalho Temporário).

Segundo o presidente da associação, Marcos de Abreu, o trabalho temporário cresceu em todos os setores da economia durante a pandemia de Covid-19 porque é um regime atípico, que flexibiliza contratação e demissão em tempos de incertezas.

“Com a pandemia e a insegurança geral das empresas com relação às contratações, a modalidade ganhou destaque no Brasil e no mundo por sua eficiência”, explica Abreu. De acordo com ele, a efetivação dos temporários subiu de 15% em 2019 para 22% em 2021. “Com isso, são mais de 531 mil profissionais que se recolocaram no mercado de trabalho neste ano por meio da modalidade.”

Abreu afirma que boa parte das empresas demitiu profissionais permanentes, o que resultou em um aumento das vagas temporárias para atender a demanda aquecida a partir do segundo semestre de 2020.

“O quadro de insegurança levou a uma situação em que o empresariado prefere preencher os postos com temporários, pois se precisar efetivá-los, esse processo é muito mais ágil do que a abertura de um processo seletivo que exigirá entrevistas, escolha e treinamento”, avalia.

Expectativa para 2022

As contratações por meio do trabalho temporário, que atendem à necessidade de substituição transitória de pessoal permanente ou à demanda complementar de trabalho, devem seguir em alta em 2022, segundo estimativa da Asserttem.

“Mas, continuamos com um olhar cauteloso com relação às contratações, principalmente no primeiro trimestre do ano, devido a fatores como as incertezas do mercado, o clima e a nova variante Ômicron, um cenário em que as empresas estão receosas com o futuro e seguram a abertura de novas vagas”, ressalta Abreu.

Para ele, o setor da indústria deve reduzir o alto ritmo de contratações que foi verificado nos anos de 2020 e 2021, mas ainda se apoiará no trabalho temporário para atender suas demandas. “Já o comércio deve retomar as contratações, principalmente nas datas sazonais, e o setor de serviços, que estava contido, vem aos poucos repondo suas vagas e utilizando a modalidade para isso”, conclui.

R7

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