DENGUE: GOVERNO DO RN AUTORIZA AGENTES DE ENDEMIAS A ENTRAREM EM IMÓVEIS ABANDONADOS

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  O Governo do Rio Grande do Norte publicou, nesta sexta-feira (20), o decreto de situação de emergência no estado em decorrência da epidemia e aumento significativo nos casos de doenças transmitidas pelo mosquito aedes aegypti definindo como epidemia. Entre as medidas determinadas, o Estado criará um comitê para o acompanhamento em tempo real da situação e também foi autorizada a entrada de agentes de endemias em imóveis públicos e particulares abandonados. O decreto estadual declarou a Situação de Emergência em todo o território do estado em razão da epidemia de arboviroses, provocada “por desastre natural biológico”. A situação é considerada um “Desastre de Média Intensidade”, que é caracterizado por epidemia de doença infecciosa viral que provoca o “aumento brusco, significativo e transitório da ocorrência de doenças infecciosas geradas por vírus”. Assim, o Poder Público está autorizado a adotar todas as medidas administrativas necessárias à imediata resposta do combate às doenças.

FARMACÊUTICAS ESPERAM AVAL DA ANVISA PARA USO DE REMÉDIOS CONTRA COVID




 Duas farmacêuticas aguardam avaliação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para incluir medicamentos contra a Covid-19 no mercado nacional.

Na última semana, a Pfizer e o órgão regulador fizeram uma reunião para a pré-submissão do pedido de uso emergencial do medicamento Paxlovid (nirmaterlvir+ritonavir) para tratar Covid.

Além disso, desde o fim de 2021, a farmacêutica Merch Sharp & Dohme (MSD) enviou pedido de uso emergencial do remédio Molnupiravir à Anvisa. A solicitação segue em análise pela agência reguladora.

Caso aprovados, os remédios poderão ser utilizados na rede de saúde brasileira e auxiliarão no tratamento de pacientes com Covid durante a fase inicial da doença, já que ambos os medicamentos devem ser utilizados durante a primeira semana de sintomas.

Sem previsão

Como mostrou o Metrópoles, o Ministério da Saúde analisa a compra do medicamento Paxlovid, da Pfizer. No entanto, ainda não há previsão de quando o país receberia doses do remédio nem do quantitativo de pílulas que poderiam ser enviadas ao Brasil, caso o governo decida pela aquisição do fármaco.

De acordo com a farmacêutica, a pílula tem 89% de eficácia na prevenção de hospitalizações e mortes de pacientes de alto risco contaminados pelo novo coronavírus. O remédio já é utilizado em países como Canadá, Reino Unido, Estados Unidos e em regiões da Europa.

Assim como o Paxlovid, da Pfizer, o remédio Molnupiravir, da MSD, é administrado via oral, dentro de cinco dias após o surgimento dos sintomas. O fármaco impede que o vírus se replique e reduz a gravidade da doença.

O processo de análise do medicamento junto à Anvisa ainda não foi finalizado. Entretanto, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou que está em “diálogo avançado” com a MSD para fabricar o remédio no Brasil e definir a “melhor forma de acesso à população brasileira”.

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