MORTES VIOLENTAS CAEM 6% NO BRASIL EM 2021, APONTA ANUÁRIO

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  O registro de mortes violentas intencionais, no ano passado, caiu 6,5% em todo o Brasil, apontou hoje (28) o   Anuário Brasileiro de Segurança Pública , documento divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. As mortes violentas intencionais consideram tanto os homicídios dolosos quanto os latrocínios, as mortes decorrentes de intervenções policiais e as lesões corporais seguidas de morte. Em números absolutos, as notificações passaram de 50.448 mortes em 2020 para 47.503 no ano passado, patamar mais baixo desde 2011, quando elas atingiram 47.215. Desde então, o maior patamar registrado foi em 2017, com 64.078 mortes. Em 76% dos casos ocorridos no ano passado, as mortes intencionais foram provocadas por armas de fogo. Todas as regiões do país apresentaram queda no indicador, com exceção da Região Norte, onde elas passaram de 5.758 notificações em 2020 para 6.291 no ano passado, com aumento no Pará, Amapá, Amazonas, Rondônia e Roraima. Também foi registrado aumento absoluto em

MAIS DE 2 MIL NOVOS CASOS DE HANSENÍASE SÃO REGISTRADOS NO RN EM UMA DÉCADA

 


Desde 2016, o Ministério da Saúde oficializou o mês de janeiro para a conscientização sobre a hanseníase e a cor roxa para pontuar as campanhas educativas sobre a doença.

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), através do Programa Estadual de Controle da Hanseníase do Rio Grande do Norte – PECH/RN, incentiva a Mobilização para Enfrentamento da hanseníase no mês de Janeiro e recomenda que os municípios deem visibilidade ao tema, mobilizando os gestores, profissionais e toda a população.

No Rio Grande do Norte, no período de 2011 a 2020, foram diagnosticados 2.466 casos novos de hanseníase, uma média aproximada de 250 casos novos/ano. Em 2021 foram 186 casos novos, sendo 43 na Grande Natal. Somente o município de Mossoró, considerado área endêmica para a doença, registrou 53 casos novos em 2021.

“Orientamos os municípios a organizarem suas ações de mobilização e prestamos todo o apoio técnico. Aqui no estado o hospital Giselda Trigueiro é a referência no atendimento aos casos mais graves da doença, como reação hansênica ou recidiva. Mas todo o diagnóstico e tratamento – que dura de 6 a 12 meses – devem ser feitos na atenção básica”, explicou Wilka da Silva, responsável técnica pelo Programa Estadual de Controle da Hanseníase.

A doença

A Hanseníase é uma doença infectocontagiosa, de evolução lenta, que se manifesta principalmente através de sinais e sintomas dermatoneurológicos: lesões na pele e nos nervos periféricos, principalmente nos olhos, mãos e pés. Pode causar deformidades físicas caso o paciente não seja diagnosticado precocemente e o tratamento não seja realizado de forma oportuna.

A transmissão ocorre quando uma pessoa com hanseníase, que não faz o tratamento, elimina no ar, por meio da fala, tosse, espirro, o microrganismo, infectando outras pessoas.

A hanseníase pode aparecer de diversas formas dependendo do organismo. Pode se manifestar como mancha esbranquiçada, avermelhada ou amarronzada, única ou múltiplas.

As lesões são bastante distintas entre si e podem ser confundidas com outras doenças de pele, por isso é imprescindível não se autodiagnosticar ou automedicar e sempre consultar um médico na Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima à sua casa se tiver qualquer suspeita de estar com hanseníase.

Tratamento

A doença tem cura e o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibiliza gratuitamente do diagnóstico ao tratamento, nas Unidades de Saúde da Atenção Primária.

O tratamento da doença é realizado com a poliquimioterapia, uma associação de antibimicrobianos, recomendado pela Organização Mundial de Saúde. Os medicamentos são seguros e eficazes. O paciente deve tomar uma dose mensal supervisionada pelo profissional de saúde. E as doses diárias são realizadas pelo próprio paciente. O tratamento dura 6 ou 12 meses, de acordo com a classificação da doença.

Programação

No Hospital Giselda Trigueiro acontece um mês inteiro de programações, com atividades educativas na sala de espera do ambulatório, nos períodos matutino (a partir das 8h) e vespertino (a partir das 14h). O dia D será realizado no dia 19 de janeiro com atividades educativas, lanche e sorteio de brindes, somente pela manhã, a partir das 8h.

• 10 e 11/01/2022 – 08h às 12h – Capacitação para Agentes Comunitários de Saúde (ACS) de Natal. Auditório da Escola de Governo.

• 12/01/2022 – Capacitação para Agentes Comunitários de Saúde das áreas endêmicas de Mossoró, 09h às 12h, Estação das Artes.

• 13/01/2022 – 08h às 12h – Capacitação online para médicos e enfermeiros da Atenção Primária. (Vídeo-aula preparada por Dr Mauricio Lisboa Nobre no YouTube para os profissionais ACS e nível médio. Para que os municípios possam utilizar junto aos seus profissionais.)

• 21/01/2022 – 08h às 12h – Exame de casos referenciados e demanda espontânea no HGT/IMT Instituto de Medicina Tropical em Natal / Mossoró – Exame de casos referenciados e demanda espontânea no PAM do Bom Jardim das 8h às 12h.

• SEMANA DE MOBILIZAÇÃO DE 17 A 21: Ações de divulgação de sinais e sintomas pelos Agentes Comunitários de Saúde e exame de casos suspeitos nas UBS dos municípios entre 17 e 21 de janeiro.

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