RIO GRANDE DO NORTE COMPLETA 35 DIAS SEM MORTES EM DECORRÊNCIA DA COVID REGISTRADAS

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  O Rio Grande do Norte atingiu a marca de 35 dias sem mortes por covid-19 nessa quinta-feira (19). Este é o período mais longo sem óbitos desde 28 de março de 2020, data da primeira morte pela doença em território potiguar. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) o dia 14 de abril passado registrou a última notificação de óbito no RN. Especialistas ouvidos pela TRIBUNA DO NORTE são unânimes: a vacinação é fator primordial neste cenário. O infectologista André Prudente, diretor do Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, afirma, no entanto, que outras razões podem ter contribuído para a ausência de mortes. “Com o desenrolar da pandemia, as pessoas ficaram menos suscetíveis à doença, porque, muita gente adoece e adquire imunidade por certo tempo. Com isso, o número de casos confirmados de covid reduz, o que diminui, consequentemente, os óbitos.”, explica. “Também podemos atribuir o quadro atual ao fato de não existir mais fila para regulação. Sabemos que a falta de

RN REGISTRA VOLUME DE CHUVAS 160% ACIMA DO NORMAL EM JANEIRO

 

Foto: Marcello Casal Jr


Após um ano de 2021 com chuvas abaixo da média no Rio Grande do Norte, o volume registrado no mês de janeiro de 2022 estão 160,7% acima do normal. A média de chuvas esperada para o primeiro mês do ano, pré-estação chuvosa no estado, era de 55,2 milímetros (mm). A observada foi de 144 mm. A combinação de diversas condições meteorológicas como as temperaturas dos oceanos Atlântico e Pacífico, ventos e umidade, favoreceram a ocorrência das chuvas no RN no primeiro mês do ano.

De acordo com a análise da unidade instrumental de Meteorologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do RN (Emparn), na série histórica, esse é o mês com maior acumulado pluviométrico comparado ao mesmo mês desde 2004. “As previsões estão se confirmando. Desvios positivos foram observados em todas as Mesorregiões, com destaque para as Mesorregiões Central e Agreste que apresentaram desvios percentuais acima de 200% em relação ao valor esperado”, disse o chefe da Unidade, Gilmar Bristot.

Os municípios que mais choveram, por região foram: no Oeste, os municípios de Campo Grande (344,8mm), Itaú (274,2mm) e José da Penha (264,6mm). Na Região Central as maiores chuvas ocorreram nos municípios de Timbaúba dos Batistas (272,2mm) e Parelhas (189,8mm). Na Região Agreste, destaque para os municípios de Nova Cruz com 234,4mm e Lagoa D’Antas com 195,8mm. No Leste as maiores chuvas ocorreram nos municípios de Extremoz (231,8mm) e no município de Arês com 205,2mm. De modo geral, poucos foram os municípios que apresentaram chuvas com valores abaixo de 50mm.

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