RIO GRANDE DO NORTE COMPLETA 35 DIAS SEM MORTES EM DECORRÊNCIA DA COVID REGISTRADAS

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  O Rio Grande do Norte atingiu a marca de 35 dias sem mortes por covid-19 nessa quinta-feira (19). Este é o período mais longo sem óbitos desde 28 de março de 2020, data da primeira morte pela doença em território potiguar. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) o dia 14 de abril passado registrou a última notificação de óbito no RN. Especialistas ouvidos pela TRIBUNA DO NORTE são unânimes: a vacinação é fator primordial neste cenário. O infectologista André Prudente, diretor do Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, afirma, no entanto, que outras razões podem ter contribuído para a ausência de mortes. “Com o desenrolar da pandemia, as pessoas ficaram menos suscetíveis à doença, porque, muita gente adoece e adquire imunidade por certo tempo. Com isso, o número de casos confirmados de covid reduz, o que diminui, consequentemente, os óbitos.”, explica. “Também podemos atribuir o quadro atual ao fato de não existir mais fila para regulação. Sabemos que a falta de

SALÁRIO MÍNIMO IDEAL DE JANEIRO DEVERIA TER SIDO DE R$ 5.997,14 , DIZ DIEESE

 

                                                           Foto: Getty Images



O salário mínimo necessário em janeiro para atender uma família com dois adultos e duas crianças deveria ter sido de R$ 5.997,14, mostra a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos divulgada hoje pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). O valor é 4,95 vezes maior que o piso nacional vigente, que é de R$ 1.212.

Mensalmente, o Dieese estima qual seria o salário mínimo necessário para suprir as despesas de um trabalhador com a família, alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Em dezembro, o valor ficou em R$ 5.800,98, levando em conta a cesta básica mais cara do país, que naquele mês foi a de São Paulo. O resultado de janeiro representa um aumento de 3,4% em relação ao valor de dezembro.

Segundo o Dieese, a alta foi puxada pelo preço dos alimentos básicos em 16 das 17 capitais onde o departamento faz o levantamento. Os maiores aumentos registrados foram em Brasília (6,36%), Aracaju (6,23%), João Pessoa (5,45%), Fortaleza (4,89%) e Goiânia (4,63%).

Em números absolutos, São Paulo foi o local onde a cesta básica apresentou maior custo, de R$ 713,86. A capital paulista é seguida por Florianópolis (R$ 695,59), Rio de Janeiro (R$ 692,83), Vitória (R$ 677,54) e Porto Alegre (R$ 673,00).

Entre as cidades do Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente das demais capitais, os menores valores médios foram observados em Aracaju (R$ 507,82), João Pessoa (R$ 538,65) e Salvador (R$ 540,01).

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