RIO GRANDE DO NORTE COMPLETA 35 DIAS SEM MORTES EM DECORRÊNCIA DA COVID REGISTRADAS

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  O Rio Grande do Norte atingiu a marca de 35 dias sem mortes por covid-19 nessa quinta-feira (19). Este é o período mais longo sem óbitos desde 28 de março de 2020, data da primeira morte pela doença em território potiguar. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) o dia 14 de abril passado registrou a última notificação de óbito no RN. Especialistas ouvidos pela TRIBUNA DO NORTE são unânimes: a vacinação é fator primordial neste cenário. O infectologista André Prudente, diretor do Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, afirma, no entanto, que outras razões podem ter contribuído para a ausência de mortes. “Com o desenrolar da pandemia, as pessoas ficaram menos suscetíveis à doença, porque, muita gente adoece e adquire imunidade por certo tempo. Com isso, o número de casos confirmados de covid reduz, o que diminui, consequentemente, os óbitos.”, explica. “Também podemos atribuir o quadro atual ao fato de não existir mais fila para regulação. Sabemos que a falta de

ALTA DO PETRÓLEO IMPULSIONA REVITALIZAÇÃO DE CAMPOS MADUROS NO BRASIL

 


O aumento nos preços do barril de petróleo é um estímulo adicional para que companhias independentes façam investimentos para revitalização de campos de petróleo e gás considerados maduros, ou seja, aqueles que já passaram do pico de produção, indicam especialistas. A contribuição dessas áreas para um eventual aumento da produção nacional com a guerra entre Rússia e Ucrânia, entretanto, seria baixa.

De acordo com o secretário-executivo da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Petróleo e Gás (Abpip), Anabal Santos Júnior, o atual patamar de preços do barril de petróleo, acima dos US$ 100, pode viabilizar algumas atividades para aumento de produção que antes não eram economicamente atraentes nessas áreas.

“Alguns projetos de revitalização de baixa complexidade, como intervenções em poços, são beneficiados nesse cenário”, afirma.

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, anunciou que o Brasil vai aumentar neste ano a produção de petróleo em cerca de 300 mil barris por dia, de modo a contribuir para estabilizar o mercado internacional, afetado pela redução das exportações russas depois da invasão da Ucrânia. Segundo Santos Júnior, ainda não houve contato com a Abpip para contribuir com esse esforço. A associação conta com 18 petroleiras, entre elas, Eneva e PetroRio, por exemplo.

A contribuição dos campos maduros para a produção total do Brasil é pequena, mas o segmento vem tendo um aumento na extração devido às vendas de ativos da Petrobras nos últimos anos. Petroleiras pequenas e médias têm assumido campos terrestres e em águas rasas, ativos menores e que deixaram de ser do interesse da Petrobras. A estatal agora foca as atividades em águas profundas e no pré-sal.

Ao todo, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) compilados pela Abpip, os campos maduros terrestres vendidos pela Petrobras produziram 34,7 mil barris de petróleo equivalente por dia (boe/dia) em fevereiro, quase o triplo do volume extraído em igual mês em 2021. A extração, entretanto, é apenas uma fração do total nacional, que chegou a 3,75 milhões de boe/dia em fevereiro, dos quais mais de 75% vêm do pré-sal.

Aumento de produção também no RN

A produção terrestre no país vem principalmente de bacias no Nordeste. O aumento de produção é observado em diversas empresas que compraram ativos da Petrobras nos últimos anos. A PetroRecôncavo, por exemplo, registrou no 4ª trimestre de 2021 uma produção média de 13,6 mil boe/dia, alta de 21% na comparação anual. Já a 3R Petroleum produziu 7,95 mil barris/dia no último trimestre do ano passado, aumento de 44% em relação a 2020.

Santos Júnior lembra também que as áreas de maior produção terrestre entre os ativos incluídos nos desinvestimentos da Petrobras ainda não tiveram a venda concluída, como os polos Potiguar (RN), Carmópolis (SE) e Bahia (BA). Segundo ele, essas áreas seguem tendo quedas na produção, o que poderá ser revertido depois que passarem a ser operados por outras empresas.

“Temos um cenário de pelo menos cinco anos de aumento de produção pela frente”, afirma Santos Júnior.

Entretanto, um desafio para as petroleiras que assumiram esses ativos aumentarem a produção é a dificuldade de acesso a serviços e equipamentos, que ficam mais caros e disputados no contexto de alta do preço do barril.

O executivo da Abpip lembra que a cadeia de abastecimento para esse segmento no Brasil estava desmobilizada há alguns anos, pelos baixos investimentos em campos menores.

Ele aponta que, nesse cenário, hoje há uma forte demanda no Brasil por sondas de perfuração e completação, por exemplo. “O que existe no mercado hoje está praticamente contratado. Vai ser necessário um esforço da própria cadeia de fornecimento para disponibilizar esses insumos”, diz.

Valor Econômico

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