RIO GRANDE DO NORTE COMPLETA 35 DIAS SEM MORTES EM DECORRÊNCIA DA COVID REGISTRADAS

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  O Rio Grande do Norte atingiu a marca de 35 dias sem mortes por covid-19 nessa quinta-feira (19). Este é o período mais longo sem óbitos desde 28 de março de 2020, data da primeira morte pela doença em território potiguar. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN) o dia 14 de abril passado registrou a última notificação de óbito no RN. Especialistas ouvidos pela TRIBUNA DO NORTE são unânimes: a vacinação é fator primordial neste cenário. O infectologista André Prudente, diretor do Hospital Giselda Trigueiro, em Natal, afirma, no entanto, que outras razões podem ter contribuído para a ausência de mortes. “Com o desenrolar da pandemia, as pessoas ficaram menos suscetíveis à doença, porque, muita gente adoece e adquire imunidade por certo tempo. Com isso, o número de casos confirmados de covid reduz, o que diminui, consequentemente, os óbitos.”, explica. “Também podemos atribuir o quadro atual ao fato de não existir mais fila para regulação. Sabemos que a falta de

BRASIL DEVE FICAR ENTRE PAÍSES CCOM MAIOR TAXA DE DESEMPREGO EM 2022

 


O Brasil deve figurar entre os países com a maior taxa de desemprego do mundo em 2022, segundo levantamento da agência de classificação de risco Austin Rating, elaborado a partir das novas projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia global.

O ranking elaborado pela agência inclui as projeções do FMI para um conjunto de 102 países. Na lista, o Brasil aparece com a 9ª pior estimativa de desemprego no ano (13,7%), bem acima da média global prevista para o ano (7,7%) e da taxa dos emergentes (8,7%). Entre os membros do G20, o grupo que reúne as 20 maiores economias, é a 2ª maior – atrás apenas da África do Sul (35,2%).

Além do país africano, nações que devem ficar em situação pior que o Brasil são: Sudão (30,2%), Cisjordânia e Faixa de Gaza (25,7%), Armênia (19,5%), Geórgia (18,5%), Bósnia-Herzegovina (15,7%), Macedônia do Norte (15,7%) e Bahamas (13,9%).

Outros países emergentes têm taxas previstas em patamares menores que o Brasil. Para a China, que está às voltas com novos lockdowns, a projeção é de uma taxa de desemprego de 3,7% em 2022. Para a Rússia, que está em guerra, a estimativa é de 9,3%. Na América do Sul, Argentina (9,2%) e Chile (7%) têm projeção para o desemprego também em patamares mais baixos.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desemprego no Brasil em 2021 foi de 13,2%, o que indica uma tendência de recuperação frente à de 2020 (13,8%), quando o mercado de trabalho sentiu os maiores impactos da pandemia do coronavírus.

O desemprego no país vem superando os dois dígitos desde 2016, segundo dados do IBGE. A mínima da série histórica foi registrada em 2014, quando ficou em 6,9%.

Fonte: Metrópoles

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