APÓS ACUMULAR ALTA DE 80%, PREÇO DO LEITE COMEÇA A RECUAR

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  A fase mais crítica da disparada do preço do leite, que fez do produto o vilão da inflação e diminuiu sua presença nas prateleiras dos supermercados, está ficando para trás. A queda de preços no atacado que começa a ser registrada neste mês por causa da maior oferta e também do fim do período de seca já começa a trazer um alívio para o bolso do consumidor. Em julho, o leite subiu mais de 25% no varejo e acumulou alta de quase 80% no ano, segundo o IPCA, a medida oficial da inflação do País. Mas, desde o início de agosto até a última terça-feira, a cotação média do litro de leite no atacado de São Paulo já caiu quase 17%, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). “O pior momento de alta de preços acho que já passou”, afirma Samuel José de Magalhães Oliveira, pesquisador em economia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Gado de Leite. Ele pondera que o nível de preços anterior à pandemia não deve ser retomado, mas acredita que a

68% DOS BRASILEIROS JÁ SE MASTURBARAM NA CASA DE AMIGO, DIZ PESQUISA

 

Foto: Divulgação

O tesão pode aparecer em qualquer momento e uma nova pesquisa do Sexlog, site de relacionamento liberal, revela que 68% dos entrevistados do sexo masculino já se masturbaram na casa de um amigo. Com informações de Metrópoles.

E as mulheres não ficam atrás. O levantamento também apontou que o número daquelas que já partiram para a siririca na casa de alguém gira em torno de 66%.

Em maio é celebrado o Mês Internacional da Masturbação, por isso, veja mais sobre os outros hábitos curiosos na hora do prazer a sós.

Masturbação no conforto de casa

Apesar da quantidade de aventureiros que topam se tocar na casa alheia, os dados mostram que 59,7% dos homens e 69,3% das mulheres preferem se masturbar no conforto do próprio lar, com tranquilidade e sem o medo de ser surpreendido por alguém.

No trabalho

Se o ato de se masturbar na casa de outra pessoa pode ser estranho para alguns, existe ainda uma parcela, pequena, mas bem ousada, que já praticou o ato no trabalho. É o caso de 5% do total de entrevistados. Mas atenção: é preciso lembrar que o ato pode levar à demissão e causar problemas sérios e constrangedores.

Mulheres ainda são a minoria

Quando perguntados sobre a frequência com que batem punheta, quase 40% dos homens afirmaram que não deixam passar sequer um dia em branco. Enquanto as mulheres que praticam o auto prazer, diariamente, é cerca de 24%.

E quando falamos sobre o ato da masturbação ser raro, isso é realidade apenas para 8,5%. O número de mulheres que se masturbam poucas ou raras vezes é o dobro: 16,5%.

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