ABC PERDE PARA O FIGUEIRENSE E SE CLASSIFICA EM 6º; VEJA GRUPOS DA SEGUNDA FASE DA SÉRIE C

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  O encontro entre Figueirense e ABC na 19ª rodada da Série C do Campeonato Brasileiro terminou com vitória do time de Santa Catarina na tarde deste sábado, por 2 a 1, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis. Tito anotou os gols do Furacão, enquanto Allan Uchôa fez para a equipe Potiguar. Com o resultado da partida e também os duelos que completaram a rodada, Figueirense e ABC estarão no mesmo grupo na próxima etapa da Série C. Paysandu e Vitória completam a lista. O outro grupo será formado por Mirassol-SP, Volta Redonda-RJ, Botafogo-SP e Aparecidense-GO. Os dois primeiros colocados de cara grupo garantem vaga nas semifinais e também na Série B 2023.

ESTADOS ESTIMAM PERDA DE R$ 100 BILHÕES COM TETO PARA ICMS

 


O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse nesta quinta-feira (19), que vai colocar em votação na próxima terça-feira (24) a lei que classifica combustíveis, energia elétrica, telecomunicações e transportes como bens e serviços essenciais, com alíquota máxima de ICMS de 17%.

O anúncio vem menos de 24 horas depois do encontro entre Lira e o ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida. O parlamentar cobrou uma ação da pasta para evitar novos reajustes na conta de luz, já aprovados pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

“Vamos ver em um debate altivo a participação da Câmara, do Senado, e de outros poderes, para que a gente desonere e diminua os impostos sobre esses setores que se tornarão essenciais”, disse Lira.

Hoje, o imposto sobre energia varia em cada estado. Roraima tem a menor alíquota: 17%. A média no país é de 26%. Mas alguns estados como Minas Gerais e Rio Grande do Sul cobram 30% de ICMS. O Rio de Janeiro tem a maior alíquota: 32%.

Significa que o teto proposto deve trazer algum alívio na conta de luz. A Associação Brasileira de Distribuidoras de Energia Elétrica (Abradee) estima uma redução de 10% para o consumidor.

A alíquota máxima de 17% do ICMS também fica abaixo da média nacional para a gasolina, que hoje é de 27% e de 18,7% no etanol. Mas acima da incidência média para o diesel, que é de 13,8%. Mesmo assim, a iniciativa é criticada pelos secretários de Fazenda estaduais, que preveem perdas bilionárias com a queda na arrecadação de energia e combustíveis.

CNN Brasil

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