RN TEM MAIS UM CASO SUSPEITO DE VARÍOLA DOS MACACOS

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  A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) informou, nesta segunda-feira (4), a existência de mais um caso suspeito de contaminação pelo vírus Monkeypox, transmissor da doença popularmente conhecida como varíola dos macacos, no Rio Grande do Norte. Esse é o segundo caso suspeito no estado, sendo que  o primeiro já foi confirmado . O foi notificado pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) nesta segunda-feira (4) está sendo acompanhado pela Subcoordenadoria de Vigilância Epidemiológica (Suvige). Trata-se de um paciente de 34 anos e residente em Natal, com histórico de viagem recente à Europa, com passagem por Inglaterra, Portugal e Espanha.  De acordo com a Sesap, a pessoa foi atendida no Hospital Giselda Trigueiro, uma das unidades de referência para tais casos no Rio Grande do Norte, e está em isolamento domiciliar, com quadro de saúde estável.

RIO GRANDE DO NORTE TEM AUMENTO NOS CASOS DE SÍNDROMES RESPIRATÓRIAS

 


Chega a 18 o número de Estados brasileiros com tendência de alta nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), segundo o Boletim Infogripe pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Entre as Unidades Federativas observadas, o Rio Grande do Norte tem destaque pelo sinal contínuo de aumento de registros de problemas respiratórios.

Segundo o estudo da Fiocuz, que abrange período de 15 a 21 de maio, o Rio Grande do Norte observou, em média, crescimento durante as últimas seis semanas, o que indica tendência de crescimento. Os casos apontam que o Estado está dentro da zona de risco para casos de SRAG causada pela Covid-19. O registro de alta também foi observado em outros 17 Estados: AC, AL, AM, AP, BA, DF, GO, MG, MT, PR, RJ, RR, RS,  SC, SP, SE e TO.  

A Síndrome Respiratória Aguda Grave pode ser causada pelo SARS-CoV-2, o coronavírus, e vem sendo monitorada como parâmetro para acompanhar a pandemia de covid-19 no país desde 2020. Ainda de acordo com a Fiocruz, 48% das ocorrências de SRAG registradas nas últimas quatro semanas são em função da Covid-19. Em relação aos óbitos por SRAG, 84% das notificações foram relacionadas ao Sars-CoV-2 (Covid-19). 

Para o coordenador do InfoGripe, o pesquisador Marcelo Gomes, os dados atuais indicam a permanência da associação dessa tendência de crescimento de SRAG com o aumento de casos de Covid-19. "Essa propensão vem sendo observada desde a Semana Epidemiológica 17 (de 24 a 30 de abril)", explica.

Além dos Estados, 20 das 27  capitais têm indícios de crescimento na tendência de longo prazo. A pesquisa aponta que Natal (RN) está entre as cidades com elevação nos casos de SRAG ao longo das últimas semanas. A situação também é registrada em Aracaju (SE), Belém (PA), Boa Vista (RR), Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Vitória (ES).

O boletim aponta, ainda, que há continua a predominância do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), seguido dos casos de rinovírus, Sars-CoV-2 e metapneumovírus. Nas demais faixas etárias, o Sars-CoV-2 é predominante entre os casos com identificação laboratorial. 

No Rio Grande do Sul, observa-se presença de casos positivos para Influenza A (gripe) em diversas faixas etárias nas semanas recentes, com sinal de possível crescimento, ainda que em volume relativamente baixo. 

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos como resultado positivo para vírus respiratórios foi de 3,5% para Influenza A; 0,4% para Influenza B; 30,1% para VSR; e 48,1% para Sars-CoV-2. Entre os óbitos, a presença destes mesmos vírus entre os positivos foi de 1,4% para Influenza A; 0% Influenza B; 6,6% para VSR; e 84% para Sars-CoV-2.

Casos de SRAG no país

Em nível nacional, os casos notificados de SRAG, independentemente de presença de febre, apresentam sinal forte de crescimento nas tendências de longo prazo (últimas seis semanas) e de curto prazo (últimas três semanas), com estimativa de 6,0 [5,3 – 6,9] mil casos na SE 20. "O sinal de crescimento recente está presente em faixas etárias da população adulta", ressalta Gomes.

Apenas sete Unidades da Federação apresentam pelo menos uma macrorregião de saúde com nível de casos semanais de SRAG considerado muito alto, somando um total de apenas nove das 118 macrorregiões de saúde do país.

No que se refere ao ano epidemiológico 2022, já foram notificados 141.808 casos de SRAG, sendo 72.092 (50,8%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 50.753 (35,8%) negativos e ao menos 11.521 (8,1%) aguardando resultado laboratorial. Dados de positividade para semanas recentes estão sujeitos a grandes alterações em atualizações seguintes por conta do fluxo de notificação de casos e inserção do resultado laboratorial. Dentre os casos positivos do ano corrente, 5,1% são Influenza A; 0,1%, Influenza B; 8,1%, VSR; e 81,5%, Sars-CoV-2.

Números

48% das ocorrências de SRAG no País são resultado de infecção por covid nas últimas 4 semanas
141 mil casos de SRAG foram registrados no Brasil este ano

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