RODRIGO PACHECO É REELEITO PRESIDENTE DO SENADO FEDERAL

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  O senador   Rodrigo Pacheco   (PSD-MG) foi reeleito presidente do   Senado   e comandará a Casa pelos próximos dois anos, após votação ocorrida nesta quarta-feira (1º), que terminou 49 a 32. Pacheco, que contou com o apoio do PT, venceu a disputa contra  Rogério Marinho  (PL-RN), que contava com o apoio da bancada ligada ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A votação ocorreu após a posse dos novos 27 senadores. Em discurso antes da votação, o presidente reeleito se posicionou novamente a favor da independência entre os Três Poderes. Quanto a protestos de parlamentes ligados a Bolsonaro, Pacheco afirmou que não fez nenhum ato para classificá-lo como adversário do governo na última gestão.

PROCURADORES DIZEM QUE BOLSONARO "AFRONTA A DEMOCRACIA" E ACIONA ARAS

 


Um grupo com 43 procuradores do Ministério Público Federal (MPF) assinou, nesta terça-feira (19/7), um pedido para que o presidente Jair Bolsonaro (PL) seja investigado por ataques, sem provas, ao sistema eleitoral brasileiro. A solicitação foi enviada ao procurador-geral da República, Augusto Aras.

Durante evento com embaixadores em Brasília, nessa segunda-feira (18/7), o presidente apresentou às autoridades de diversos países suspeitas já desmentidas pelos órgãos eleitorais sobre supostas irregularidades nas eleições de 2018 e a segurança das urnas eletrônicas.

Para os procuradores, o presidente afronta a democracia ao desacreditar o processo eleitoral brasileiro.

“A conduta do presidente da República afronta e avilta a liberdade democrática, com claro propósito de desestabilizar e desacreditar o processo e as instituições eleitorais e, nesse contexto, encerra, em tese, a prática de ilícitos eleitorais decorrentes do abuso de poder”, diz o documento.

A peça é assinada pelas procuradorias regionais do Direito do Cidadão dos 26 estados e do Distrito Federal, além do chefe da procuradoria federal da mesma área.

“Em seu pronunciamento, o presidente da República atacou explicitamente o sistema eleitoral brasileiro, proferindo inverdades contra a estrutura do Poder Judiciário Eleitoral e a democracia brasileira, em clara campanha de desinformação, o que semeia a desconfiança em instituições públicas democráticas, bem como na imprensa livre”, diz o texto enviado pelos procuradores a Aras.

No ofício, os procuradores afirmam que a conduta de Bolsonaro ao convocar embaixadores para divulgar informações falsas pode configurar crime eleitoral e abuso de poder.

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