APÓS ACUMULAR ALTA DE 80%, PREÇO DO LEITE COMEÇA A RECUAR

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  A fase mais crítica da disparada do preço do leite, que fez do produto o vilão da inflação e diminuiu sua presença nas prateleiras dos supermercados, está ficando para trás. A queda de preços no atacado que começa a ser registrada neste mês por causa da maior oferta e também do fim do período de seca já começa a trazer um alívio para o bolso do consumidor. Em julho, o leite subiu mais de 25% no varejo e acumulou alta de quase 80% no ano, segundo o IPCA, a medida oficial da inflação do País. Mas, desde o início de agosto até a última terça-feira, a cotação média do litro de leite no atacado de São Paulo já caiu quase 17%, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). “O pior momento de alta de preços acho que já passou”, afirma Samuel José de Magalhães Oliveira, pesquisador em economia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Gado de Leite. Ele pondera que o nível de preços anterior à pandemia não deve ser retomado, mas acredita que a

TRÊS EM CADA DEZ HABITANTES DO BRASIL SÃO AFETADOS PELA INSEGURANÇA ALIMENTAR, ALERTA A FAO

 


O relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), que engloba o período de 2019 a 2021, mostra que 61,3 milhões, quase três em cada dez habitantes do país, enfrentaram algum tipo de insegurança alimentar.

Os dados divulgados nesta quarta-feira, 6, chamam atenção pois o Brasil conta com uma população estimada de 213,3 milhões de habitantes e, desses, 15,4 milhões enfrentaram uma insegurança alimentar de nível grave. Esse número preocupa ainda mais se comparado aos dados de 2014 a 2016, onde a condição grave atingia uma média de 3,9 milhões de pessoas.

Em termos gerais de insegurança alimentar, o relatório anterior enfatiza a piora, visto que essa condição atingia 37,5 milhões de brasileiros. Para o futuro, segundo as projeções da FAO cerca de 670 milhões de pessoas passarão fome em 2030, o que equivale a 8% da população global.

A insegurança moderada atinge pessoas que tiveram que reduzir a qualidade e quantidade dos alimentos, que não tem certeza que conseguirão comer todos os dias, enquanto isso, a condição grave expõem o cenário de pessoas que chegaram a fica sem comida por um dia ou mais. Na conjuntura global, 2,3 bilhões de pessoas enfrentavam a insegurança alimentar moderada ou severa, número que aumentou em mais de 300 milhões depois da pandemia de coronavírus.

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