APÓS ACUMULAR ALTA DE 80%, PREÇO DO LEITE COMEÇA A RECUAR

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  A fase mais crítica da disparada do preço do leite, que fez do produto o vilão da inflação e diminuiu sua presença nas prateleiras dos supermercados, está ficando para trás. A queda de preços no atacado que começa a ser registrada neste mês por causa da maior oferta e também do fim do período de seca já começa a trazer um alívio para o bolso do consumidor. Em julho, o leite subiu mais de 25% no varejo e acumulou alta de quase 80% no ano, segundo o IPCA, a medida oficial da inflação do País. Mas, desde o início de agosto até a última terça-feira, a cotação média do litro de leite no atacado de São Paulo já caiu quase 17%, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). “O pior momento de alta de preços acho que já passou”, afirma Samuel José de Magalhães Oliveira, pesquisador em economia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Gado de Leite. Ele pondera que o nível de preços anterior à pandemia não deve ser retomado, mas acredita que a

CHUVA REGISTRA EM 24 HORAS NO ALTO OESTE POTIGUAR É A MAIOR DOS ÚLTIMOS 30 ANOS NO MÊS DE AGOSTO, DIZ EMPARN

 


Há pelo menos 30 anos, a região do Alto Oeste, no Rio Grande do Norte, não via uma chuva como a que caiu entre estas quarta (3) e quinta-feira (4) no mês de agosto. Os dados foram divulgados pela Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn).

Em Major Sales, entre às 9h15 de quarta-feira (3) e o mesmo horário desta quinta (4), caíram 106 milímetros. Em Luís Gomes, houve acúmulo de 92,4 mm de água.

“Desde o início do monitoramento em Luís Gomes, por exemplo, que começou em 1911, essa é a maior chuva diária para o mês de agosto”, diz Gilmar Bristot, chefe da unidade de Meteorologia da Emparn.

A chuva ocorrida no Alto Oeste, ainda de acordo com a empresa, é resultado de um fenômeno conhecido como “chuva geográfica”, que decorre da interação entre a umidade presente no ar, vinda do oceano, e as elevações de relevo características da região.

“As condições oceânicas do Atlântico Sul, com temperaturas das águas mais aquecidas, associadas a condição de La Ñina no Pacífico favorecem a ocorrência de chuvas no interior do Nordeste. Com isso a circulação de ventos e umidade vindas do oceano é facilitada no interior, sem instabilidade metereológicos como Zona de Convergência, e ao encontrar a condição do relevo da região provocam as chuvas”, explicou o meteorologista.

Desde as primeiras horas desta quinta-feira (4) todas as regiões do Rio Grande do Norte registraram chuvas. Ao todo, 140 municípios tiveram precipitações, de acordo com o Sistema de Monitoramento da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn).

Com relação as chuvas no litoral Potiguar, da região metropolitana de Natal, Bristot explica que são fruto do contraste térmico entre as condições do oceano e o continente.

“Esse contraste térmico, com águas mais aquecidas provocando mais umidade no ar, com a temperatura do território, causa chuva nessa época do ano”, completou Bristot.

Os maiores acumulados, nas demais regiões foram Tibau do Sul (Leste Potiguar), com 51,4mm; Brejinho (Agreste Potiguar) 35.2mm; e Ipueira (Central Potiguar) 20mm.

O sistema de monitoramento registra que no dia 4 de agosto, 118 dos 167 municípios do RN já atingiram volumes de normal a acima do normal para o período. A maioria desses municípios localizados nas regiões do Oeste e Seridó Potiguar.

“São chuvas pontuais e fora do normal, pois agosto já faz parte do início da estiagem no RN”, comentou Bristot. “O segundo semestre do ano, é caracterizado por períodos de menos chuvas e mais dias com sol no RN”, pontuou.

g1-RN

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