TRABALHADOR TEM ATÉ DIA 15 PARA PEDIR SAQUE EXTRAORDINÁRIO DO FGTS

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  O prazo para solicitar o saque extraordinário do   FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço)   termina no dia 15 de dezembro. Depois dessa data, o dinheiro retorna para as contas do fundo. O calendário de pagamento, que vigorou de 8 de fevereiro a 15 de junho, permitiu a   retirada de até R$ 1.000 por trabalhador . Quem não recebeu o crédito do  saque extraordinário do FGTS de forma automática  poderá solicitá-lo, por meio do aplicativo FGTS. Todos os trabalhadores com saldo disponível no FGTS têm direito ao  saque de até R$ 1.000 . O crédito é feito de forma automática na conta do aplicativo Caixa Tem em nome do trabalhador. "A opção é válida aos trabalhadores que não receberam os valores automaticamente pelo aplicativo Caixa Tem ou que tiveram os valores creditados no aplicativo, mas não realizaram movimentações no prazo de 90 dias, fazendo com que os recursos retornassem para as contas do FGTS, conforme previsto na legislação", informa a Caixa. Para solicitar o saque

EM QUEDA, EURO TEM COTAÇÃO ABAIXO DO DÓLAR PELA PRIMEIRA VEZ NOS ÚLTIMOS 20 ANOS

 


O euro caiu abaixo do limite de paridade com o dólar hoje, pela primeira vez em 20 anos. A moeda perdeu 0,96% (por volta das 15h30 no horário de Brasilia e 17h30 em Paris) e teve valor abaixo de US$ 1, a US$ 0,9941. Essa é a menor cotação desde 2002, quando a moeda europeia foi implantada.

O euro sofre pressão pela crise energética que ameaça mergulhar a Europa em uma forte recessão. Em julho, a moeda chegou a valer o mesmo que o dólar, também pela primeira vez.

A força do dólar encarece as importações, principalmente de matérias-primas, como o petróleo, que são cotados em moeda americana, acentuando uma inflação que já é devastadora para consumidores e empresas.

“A Europa está se preparando para outro fechamento do gasoduto Nord Stream 1 no final deste mês”, afirmou à AFP o analista Craig Erlam, da corretora Oanda.

A Gazprom, gigante russa do gás, alertou que as entregas de gás serão interrompidas para “manutenção” do gasoduto de 31 de agosto a 2 de setembro, sob o risco de reacender os temores de uma escassez do produto na Europa, onde a Rússia é acusada de chantagem energética.

Como resultado, o preço do gás europeu voltou a disparar e atingiu 295 por megawatt hora (MWh) nesta segunda-feira, aproximando-se de máximos históricos alcançados nos primeiros dias da invasão da Ucrânia pela Rússia.

Maus indicadores

A semana pode ser dolorosa para o euro, temem os analistas. No momento, a moeda se recuperou depois de ter flertado com o limite de paridade em 2022, mas “os maus indicadores do PMI (índice de gerentes de compra, que mede a atividade econômica de um país) desta terça-feira (23) podem ser suficientes para ancorar o euro abaixo de US$ 1”, alerta Kit Juckes, do banco Société Générale.

Do outro lado do Atlântico, apesar de um ligeiro enfraquecimento da inflação norte-americana em julho, o Federal Reserve garante que continuará a apertar sua política monetária. “Uma nova oportunidade para o Fed convencer o mercado será o simpósio de Jackson Hole” no final da semana, comenta Ulrich Leuchtmann, analista do Commerzbank.

Nessa reunião de representantes de bancos centrais, o chefe do Fed, Jerome Powell, falará na sexta-feira (26). Enquanto a economia americana é menos afetada do que a Europa pela guerra na Ucrânia, o Fed tem mais margem de manobra do que os bancos centrais do Velho Continente.

Euro x dólar

O que define o valor de uma moeda, na prática, é a oferta e a demanda. Embora exista a teoria de Fischer, que calcula o preço justo de uma moeda a partir do diferencial da taxa de juros e da inflação, a maior quantidade de dólar no mercado puxa o valor do câmbio americano para baixo.

“Pode parecer uma resposta simples, mas não há escapatória. Os Estados Unidos têm uma quantidade de moeda muito grande no mercado, o que aumenta sua liquidez e deixa a moeda mais barata”, explicou ao UOL Daniel Abrahão, sócio da iHUB Investimentos, em entrevista em março.

O dólar, por se tratar de uma moeda usada como padrão em contratos internacionais, acaba tendo muito mais oferta no mercado que o euro. Além disso, o câmbio americano é usado como reserva internacional em bancos centrais de todo o mundo.

De acordo com levantamento do FMI (Fundo Monetário Internacional) divulgado em maio de 2021, o dólar representa 59% das reservas internacionais de outros países. O euro, desde sua criação, tem flutuado em torno de 20%.

Libra despenca

Com isso, a libra esterlina também voltou às baixas cotações em 2022. “Tem sido um ano ruim para a libra, que está caindo em relação ao euro, enquanto o Banco da Inglaterra elevou suas taxas em todas as reuniões” desde o final de 2021, lembram analistas da OFX.

Apesar desses aumentos, a inflação britânica excede 10% em um ano e é a mais alta no G7, devido à guerra na Ucrânia, à pandemia, mas também ao Brexit, que aperta o mercado de trabalho e perturba ainda mais as cadeias de suprimentos do Reino Unido.

A US$ 1,1764 por libra, a moeda britânica está em seu nível mais baixo desde o início de 2020 e os primeiros meses da pandemia. Antes disso, a libra esterlina não caía abaixo de US$ 1,18 desde 1985.

UOL com informações da RFI e AFP

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