APÓS ACUMULAR ALTA DE 80%, PREÇO DO LEITE COMEÇA A RECUAR

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  A fase mais crítica da disparada do preço do leite, que fez do produto o vilão da inflação e diminuiu sua presença nas prateleiras dos supermercados, está ficando para trás. A queda de preços no atacado que começa a ser registrada neste mês por causa da maior oferta e também do fim do período de seca já começa a trazer um alívio para o bolso do consumidor. Em julho, o leite subiu mais de 25% no varejo e acumulou alta de quase 80% no ano, segundo o IPCA, a medida oficial da inflação do País. Mas, desde o início de agosto até a última terça-feira, a cotação média do litro de leite no atacado de São Paulo já caiu quase 17%, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). “O pior momento de alta de preços acho que já passou”, afirma Samuel José de Magalhães Oliveira, pesquisador em economia da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Gado de Leite. Ele pondera que o nível de preços anterior à pandemia não deve ser retomado, mas acredita que a

PRODUÇÃO DE VEÍCULOS SOBE 33,4% E TEM MELHOR RESULTADO EM 20 MESES

 


No maior volume em 20 meses, a produção da indústria de veículos terminou julho marcando crescimento de 33,4% em relação ao mesmo período de 2021. Frente a junho deste ano, a alta foi de 7,5%, conforme balanço divulgado nesta sexta-feira (5), pela Anfavea, a associação que representa as montadoras.

Entre carros de passeio e utilitários leves, como picapes e vans, caminhões e ônibus, 219 mil unidades foram produzidas no mês passado, número mais alto desde novembro de 2020 (238,2 mil).

A irregularidade no fornecimento de peças ainda persiste, sendo responsável no mês passado por paradas, de parte ou toda a produção, em fábricas de marcas como Volkswagen, Nissan, Renault e Mercedes-Benz (caminhões). A reabertura do porto de Xangai, após restrições que, entre abril e maio, congestionaram o transporte internacional de mercadorias, trouxe, porém, um alívio ao fluxo de peças.

No acumulado desde o primeiro dia do ano, a queda de produção nas montadoras foi reduzida a 0,2% na comparação com igual período de 2021, somando agora 1,31 milhão de unidades.

Vendas de veículos sobem 3,7%

Com a melhora na oferta de carros no mercado, as vendas de veículos subiram 3,7% no mês passado, quando comparadas a julho de 2021. Nos últimos 12 meses, esta foi a primeira vez que as vendas de veículos subiram na comparação de um mês com igual período do ano anterior.

No total, 182 mil carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus foram entregues no mês passado, número que também corresponde a uma alta, de 2,2%, em relação a junho e, na média diária (8,7 mil), o melhor ritmo de vendas mostrado, até agora, em 2022.

Os resultados da indústria de veículos foram divulgados nesta sexta-feira, 5, pela Anfavea, a associação que representa as montadoras.

No acumulado de janeiro a julho, as vendas ainda mostram queda, de 12%. Nos sete meses, 1,1 milhão de veículos, na soma de todas as categorias, foram vendidos no Brasil.

Exportações de veículos sobem 76,3%

As montadoras embarcaram 41,9 mil veículos a mercados internacionais no mês passado, volume que corresponde a um crescimento de 76,3% na comparação com julho de 2021. Frente a junho de 2022, as exportações caíram 11,4%, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira pela Anfavea, a entidade que representa a indústria nacional de veículos.

Com o resultado, as exportações de veículos, que têm na Argentina o principal destino, somaram 288,2 mil unidades desde o início do ano, com alta de 28,7% em relação aos sete primeiros meses de 2021.

O levantamento da Anfavea mostra ainda que as montadoras abriram 1,3 mil vagas de trabalho em julho, encerrando o mês com 103,8 mil pessoas empregadas.

Anfavea pede redução de IOF a Paulo Guedes

Apontando não só aumento das taxas, mas também maior rigor dos bancos nos financiamentos de veículos, a direção da Anfavea, entidade que representa as montadoras, reforçou na reunião de quinta-feira, 4, com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o pleito pela redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

Durante apresentação dos resultados do mês passado à imprensa, Márcio de Lima Leite, presidente da Anfavea, disse que, com as taxas do financiamento de veículos aproximando-se de 30% ao ano, o crédito "praticamente sumiu" do mercado, dificultando a troca de carros e, consequentemente, a redução da poluição pela retirada das ruas dos veículos mais antigos. Dessa forma, defendeu, reduzir o IOF tornou-se uma necessidade urgente.

"O IOF é um pleito do setor, sempre apresentamos isso ao governo. O ministro não se comprometeu, mas certamente está analisando. Ontem, durante o encontro que tivemos, ficou muito claro a importância e urgência da redução do IOF ao setor", disse o presidente da Anfavea, que esteve com Guedes ao lado de diretores da associação das montadoras.

A produção nacional de semicondutores, cujas medidas, segundo aguarda a Anfavea, podem ser anunciadas em breve, também esteve na pauta do encontro na tarde de quinta com o ministro.

Segundo Leite, o consumidor paga IOF em três estágios na aquisição de um automóvel. Primeiro no faturamento da montadora para a concessionária, que também envolve uma operação financeira, depois no financiamento do veículo e, por fim, na contratação do seguro.

"A medida corte de IOF pode ser temporária ou definitiva, mas é importante ao setor", disse o presidente da associação das montadoras.

Ao apontar o declínio dos financiamentos de veículos, a Anfavea apresentou nesta sexta-feira números que mostram redução das vendas a prazo para 35% do total neste ano. No ano passado, elas chegaram a bater em 80%. "Isso é um alerta. Passamos essa informação ontem ao ministério da Economia", afirmou Leite.

Conforme o executivo, além da maior seletividade bancária, com os bancos mais rigorosos, por exemplo, nos pedidos de garantia, o maior custo de crédito, dado o aumento de juros, é o principal motivo, mas a alíquota do IOF também "contribui bastante" ao menor volume de financiamentos.

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