PARQUE DO IMD GERA 2,1 MIL EMPREGOS E MOVIMENTA CERCA DE R$ 200 MILHÕES

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  Passados cinco anos da sua fundação e início das operações, o Parque Tecnológico Metrópole Digital, em Natal, chegou à marca de R$ 200 milhões em faturamento na soma das empresas presentes no ecossistema e já gera mais de 2.100 empregos em 91 marcas presentes. Vinculado ao Instituto Metrópole Digital, da UFRN, o Parque foi fundado em 2017 e conta com uma série de benefícios fiscais para os integrantes do polo tecnológico. Para o diretor-geral do Parque Tecnológico, Rodrigo Romão Nascimento, o espaço está cumprindo com o que foi projetado na sua concepção inicial.  “A ideia do Parque veio finalizar a missão do IMD, que era fomentar a criação de um polo de tecnologia da informação. O IMD começou por volta de 2011 com o ensino, pesquisa. Esses cinco anos foram necessários para consolidá-lo de fato, ter uma referência, identidade. Nossa missão daqui pra frente é ser um ambiente promotor de conexões para a área de TI”, explica Romão. O Metrópole Digital foi criado a partir da liberação de

COLETA DE DADOS SOBRE SAÚDE BUCAL É PRORROGADA ATÉ 30 DE SETEMBRO

 


A fase de coleta de dados para a SB Brasil, pesquisa nacional de saúde bucal, foi prorrogada até 30 de setembro. A previsão inicial era de que o prazo fosse encerrado em agosto.

De acordo com o Ministério da Saúde, a etapa foi prorrogada para que se consiga atingir a meta de 50 mil participantes.ebcebc

Nas capitais, 1,4 mil pessoas serão avaliadas. As demais análises serão feitas em municípios do interior do país, englobando as cinco regiões.

Até o momento, somente 96 cidades concluíram a pesquisa. Em nota, a pasta reforçou que não há previsão de nova prorrogação do prazo.

SB Brasil

Realizada em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a pesquisa propõe melhorar a oferta de serviços odontológicos em todos os níveis de atenção da rede pública de saúde, reunindo dados considerados essenciais para o planejamento de ações nas esferas municipal, estadual e federal.

Por meio do levantamento, é possível identificar as doenças bucais mais prevalentes, a necessidade de próteses dentárias e as condições de oclusão e traumatismo dentário.

Para participar desta terceira edição, é preciso ter entre 5 e 12 anos; 15 e 19 anos; 35 e 44 anos; ou 65 e 74 anos.

Etapas

Em um primeiro momento, os participantes ou seus responsáveis são entrevistados sobre a condição socioeconômica, o acesso e a utilização de serviços odontológicos, dor dentária e orofacial, autopercepção e impacto da saúde bucal na vida diária. Depois, o cirurgião-dentista faz o exame físico, que pode identificar urgências.

De acordo com o ministério, os responsáveis pela coleta de dados são profissionais das unidades básicas de Saúde (UBS) que já conhecem a comunidade e que estarão caracterizados com colete, boné e crachá.

Por causa da pandemia, foram reforçadas medidas de biossegurança, com o uso de equipamentos de proteção individual.

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