ABC JOGA BEM, PRESSIONA MAS FICA SOMENTE NO EMPATE COM O MIRASSOL NO FRASQUEIRÃO

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  ABC e Mirassol ficaram somente no 0 a 0 neste sábado (1º) no Estádio Frasqueirão. O alvinegro criou várias chances, pressionou ao longo do jogo mas não foi sufiente para tirar o zero do marcador. O segundo e decisivo jogo será disputado em Mirassol, no próximo sábado (8) às 17 horas. 

PISTA SIMPLES E IMPRUDÊNCIAS: RECEITAS QUE TRANSFORMAM A BR-304 NA MAIS FATAL DO RN

 


Única ligação entre Natal e Mossoró, as duas maiores cidades do Rio Grande do Norte em população e também em aspectos econômicos, e também do sertão à capital potiguar, a BR-304 apesar de apresentar boas condições de rodagem, tem diversos problemas. Só neste ano, foram 137 acidentes e 12 mortes, segundo a Polícia Rodoviária Federal. Ainda sem previsão para duplicação total, até o momento o que está previsto é apenas a duplicação da reta Tabajara, com o total de 16 km, segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional – destes, apenas 5 km estão liberados para trânsito. O AGORA RN percorreu toda a extensão da rodovia no RN para avaliar a rodovia e também flagrou imprudências no trajeto de ida e volta.

No Rio Grande do Norte, a estrada começa na divisa entre o estado e o Ceará, passa por Mossoró e chega até Natal, dividindo a estrutura com a BR-101 em perímetro urbano. Dentro da capital, a pista tem três vias. Ao passar o Viaduto Trampolim da Vitória, em Parnamirim, a pista vira dupla, bem sinalizada, em boas condições e segue assim até Macaíba, onde se torna uma pista simples com grande fluxo de veículos.

Após a entrada para o aeroporto de São Gonçalo, pista simples, que conta com apenas 5 km da Reta Tabajara já duplicados a partir do km 286 com pavimento em concreto. A previsão é de que seja, no total, 16 km de duplicação que segue em andamento. Ao fim da Reta, ela volta a ser pista simples até Mossoró. Em Riachuelo, no sentido crescente da rodovia – do Oeste para o Leste – uma placa indicava a distância de 68 km para Natal; em Santa Maria, que fica mais próxima da capital potiguar, outra placa indicava uma distância de 70 km para a maior cidade do estado – essa, em acordo com o que indicava o GPS.

A qualidade em geral do asfalto é boa, mas no km 263, trechos da rodovia nos dois sentidos contam com muitos remendos, embora sem buracos. A partir deste trecho, várias irregularidades foram flagradas. No trecho decrescente da rodovia – sentido Natal para Mossoró – foram 14 ultrapassagens proibidas registradas pela equipe de reportagem. Outras 12 foram contadas no retorno, totalizando 26 ultrapassagens proibidas durante o trajeto percorrido.

Duas delas foram feitas por um caminhão de uma transportadora, em faixa contínua, em subidas e que nas duas vezes obrigou motoristas que vinham no sentido contrário a utilizar o acostamento para evitar colisão. O mesmo aconteceu na volta a Natal. A equipe de reportagem precisou, duas vezes, desviar para o acostamento para evitar colisões frontais com dois motoristas que fizeram ultrapassagens perigosas, embora em locais permitidos. Outras três ultrapassagens proibidas entre as contabilizadas foram feitas por uma viatura do Departamento Nacional de Infraestrutura de Trânsito (Dnit), responsável pela manutenção das rodovias nacionais no Brasil. Procurado, o órgão apontou que vai tomar as devidas providências para apuração e responsabilização do motorista.
Mais a frente, no km 169, em Fernando Pedroza, um trecho está em recapeamento. Uma parte do asfalto já foi reposto, um trecho ainda não. No entanto, ainda não há sinalização horizontal – ou seja, aquela pintada no asfalto. Outro ponto observado quanto a este tipo de sinalização foi no km 235, que permite a ultrapassagem em um trecho de curva, o que pode ser perigoso.

No geral, a rodovia tem bom estado de conservação, com acostamento em todo o perímetro, poucos radares – mais presentes próximos de Natal e Mossoró – e grande parte sinalizada. No entanto, a pouca sinalização a respeito do limite de velocidades, presente próximo aos radares, e a imprudência dos motoristas somada ao fato de a pista não ser duplicada são fatores que ajudam a tornar a BR-304 na rodovia mais fatal do Rio Grande do Norte.

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