DEPUTADO BENES LEOCÁDIO É RECONDUZIDO PARA COORDENAR A BANCADA FEDERAL EM 2023

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  O deputado federal Benes Leocádio (União Brasil) foi reconduzido à coordenação da bancada federal do Rio Grande do Norte. O nome do parlamentar foi ratificado, por unanimidade, durante reunião na tarde desta quarta-feira (8), em Brasília, que contou com a presença de todos os deputados e senadores potiguares. “É uma grande honra ser reeleito para liderar a nossa bancada federal. Nos últimos anos, atuamos, para otimizar os trabalhos, aproximando as demandas de nosso Estado ao legislativo, prezando sempre pelo diálogo e unidade de nossa bancada. É mais um desafio, agora renovado, que vou cumprir com afinco, responsabilidade e compromisso com nosso RN”, disse Benes. A reunião foi o primeiro momento, nesta nova legislatura, em que toda a bancada federal potiguar esteve reunida. Estavam presentes os deputados federais Benes Leocádio (União Brasil), Fernando Mineiro (PT), General Girão (PL), Paulinho Freire (União Brasil), Natalia Bonavides (PT), João Maia (PL) Sargento Gonçalves (PL) e Ro

POPULAÇÃO OCUPADA NO PAÍS ALCANÇA 100,2 MILHÕES

 


A população ocupada no País, com alguma atividade profissional, com ou sem registro em carteira de trabalho, avançou 7,5% em julho e chegou a 100,2 milhões de pessoas, na comparação com o mesmo período de 2021. O dado é recorde na série iniciada em janeiro de 2012, segundo a nota 'Desempenho Recente do Mercado de Trabalho e Perspectivas', elaborada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O estudo aponta uma melhora generalizada na ocupação, abrangendo todas as regiões, todos os segmentos etários e educacionais e quase todos os setores da economia. 

Os dados mensais são calculados pelo Ipea, a partir da série trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A alta da ocupação vem sendo o principal fator responsável pela melhora na taxa de desocupação, que recuou pelo décimo quarto mês consecutivo, chegando a 8,9% em julho, o menor patamar desde julho de 2015. Em julho de 2021, a taxa de desemprego estava em 12,8%, diz Ipea. A população desocupada recuou 28,7% entre julho de 2021 e 2022 – quase 4 milhões a menos –, passando de 13,6 milhões para 9,7 milhões no período analisado.

O cálculo dos fluxos de transição dos indivíduos no mercado de trabalho indica que o aumento da população ocupada se deve à redução do fluxo de saída da ocupação, que recuou entre o 1º e o 2º trimestres de 2022. Essa queda no fluxo de saída no segundo trimestre de 2022 é explicada tanto pelo recuo no fluxo da ocupação para o desemprego – que passou de 2,3% para 1,7% –, quanto pelo fluxo de saída da ocupação para a inatividade – que caiu de 4,8% para 4,2%.

O estudo mostra ainda que, no segundo trimestre de 2022, o aumento da ocupação ocorreu de forma mais intensa entre os trabalhadores mais jovens (15,1%) e os mais idosos (18,0%). No que diz respeito à escolaridade, a queda mais acentuada da taxa de desocupação, novamente, aconteceu entre os trabalhadores com ensino superior, cuja alta da ocupação (4,1%) foi maior que a observada na força de trabalho (0,2%). 

A análise setorial revela que, à exceção dos grupos “agricultura” e “administração pública”, todos os demais setores pesquisados pelo IBGE apresentaram, no segundo trimestre de 2022, crescimento interanual da ocupação, com destaque para os segmentos de “alojamento e alimentação” (19,9%) e “serviços pessoais” (15,0%).

Os indicadores de subocupação e desalento ratificam o cenário de recuperação do mercado de trabalho. No mês de julho, os trabalhadores que se declararam subocupados correspondiam a 6,1% do total da ocupação, ou seja, resultado 2,2 pontos percentuais inferior ao registrado em julho de 2021. Por sua vez, a proporção de desalentados em relação à população fora da força de trabalho recuou de 4,4% para 3,6% entre julho de 2021 e de 2022.

A melhora do mercado de trabalho ocorre também de forma qualitativa, tendo em vista que, embora a maior parte das novas vagas ainda esteja sendo gerada nos segmentos informais da economia, é clara a trajetória de forte crescimento do emprego formal. No trimestre móvel encerrado em julho, de acordo com a PNAD Contínua, o contingente de trabalhadores sem carteira no setor privado cresceu 19,8%, enquanto o de ocupados com carteira no mesmo setor avançou 10%, na comparação interanual.

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