"É APENAS UMA PRORROGAÇÃO", DIZ LULA SOBRE O 2º TURNO

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  O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que sua ida ao 2º turno das eleições presidenciais é “apenas uma prorrogação” e conclamou seus principais aliados a continuar trabalhando “até a vitória final”. Em pronunciamento na noite deste domingo (2.out.2022), o petista afirmou que terá a “chance” de debater diretamente com seu oponente Jair Bolsonaro (PL) e disse que trabalhará para ampliar suas alianças. “Durante toda essa campanha, a gente esteve na frente nas pesquisas de opinião pública de todos os institutos, mesmo aqueles que não queriam que a gente ganhasse, colocavam a gente em 1º lugar. E eu sempre achei que a gente ia ganhar essas eleições. Eu quero dizer para vocês que nós vamo ganhar essas eleições. Isso para nós é apenas uma prorrogação”, disse. O petista teve 57.256.053 votos – 48,43% dos votos válidos (sem considerar brancos, nulos e abstenções) e não conseguiu encerrar o pleito no 1º turno, como planejava. Na tentativa de se reeleger, Bolsonaro teve 51.070.95

RN TEM 2ª MENOR ÍNDICE DE PESSOAS EM SITUAÇÃO DE FOME NO NORDESTE

 


Pesquisa sobre Insegurança Alimentar (IA) no Brasil mostra que 10,9% dos domicílios no Rio Grande do Norte estão com famílias em situação de insegurança alimentar grave ou fome por falta de alimentos. Os dados números integram o 2º Inquérito Nacional da Insegurança Alimentar no Brasil no Contexto da Covid-19 (II Vigisan). O trabalho foi realizado pela Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Penssan). O Rio Grande do Norte abaixo da média nacional no índice de pessoas em situação de fome e apresenta o 4º maior percentual de pessoas em segurança alimentar.

No Rio Grande do Norte, além dos 10,9% em situação de fome, em IA moderada é realizade para 14,5% da população, enquanto 23,4% e tem aparecem com IA leve, que é quando a população tem receio de passar fome em um futuro próximo. 

No Brasil, o percentual é de 15, 5% de pessoas enfrentando a IA grave, que são as pessoas que têm falta de alimentos. Entre as regiões, o Norte apresenta os piores índices na situação por domicílio, com  25, 7%. Na sequência, aparecem Nordeste (21%),  Sudeste (13,1%),  Centro-Oeste (12,9%) e Sul (11,7%). 

No comparativo ao Nordeste, somente a Paraíba (10,6%) tem menor percentual de pessoas em situação de fome, enquanto nenhum outro estado da região possui mais pessoas em situação de segurança alimentar, que é quando possui acesso permanente a alimentos em quantidade suficiente. Somente Espírito Santo (61%), Santa Catarina (59,4%) e Rio Grande do Sul (52,4%) têm melhores números do que o Rio Grande do Norte no percentual de população em situação de segurança alimentar.

O Rio Grande do Norte apresenta melhores números do que a média do Nordeste tanto na quantidade de pessoas em situação de segurança alimentar quando em pessoas que têm restrição à quantidade de comida oferecida e que passam fome.

Levantamento

Em termos populacionais, são 125,2 milhões de pessoas residentes em domicílios com IA e mais de 33 milhões em situação de fome (IA grave). Segundo a pesquisa, a desigualdade de acesso aos alimentos se manifesta com maior intensidade em residências nas áreas rurais, com 18,6%. Além disso, o cenário também está ligado a outras condições de desigualdade, uma vez que a fome atinge 43 % das famílias com renda per capita de até 1/4 do salário mínimo. Além disso, o problema é mais recorrente nas residências chefiadas por mulheres e pessoas autodeclaradas pretas ou pardas.  

Ainda, de acordo com a pesquisa, as proporções de insegurança alimentar moderada e insegurança alimentar grave variaram de cerca de 13% nos domicílios apenas com moradores adultos, a cerca de 25 %, naqueles que tinham três ou mais pessoas com até 18 anos. Ou seja, a maior quantidade de moradores com idade até 18 anos nos domicílios está relacionada com a gravidade da insegurança alimentar no Brasil. 

"Mesmo as famílias que recebem o Auxílio Brasil, por estarem endividadas, não conseguem utilizá-lo somente para a compra de alimentos. O recurso precisa ser utilizado para pagar outras necessidades básicas, como aluguel, transporte, luz e água", explica Ana Maria Segall, pesquisadora da Penssan e da Fiocruz.

Quanto aos domicílios com crianças de até dez anos ou aqueles com renda familiar per capita inferior a meio salário mínimo, a situação também é grave. No Maranhão, por exemplo, cerca de 63,3% das residências com crianças com até dez anos apresentam insegurança alimentar moderada ou grave. Na sequência, aparecem Amapá (60,1%), Alagoas (59,9%), Sergipe (54,6%), Amazonas (54,4%), Pará (53,4%), Ceará (51,6%) e Roraima (49,3%).

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