LULA DIZ QUE NÃO DARÁ AUTORIZAÇÕES PARA PESQUISAS MINERAIS EM ÁREAS INDÍGENAS

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  O presidente Luiz Inácio  Lula  da Silva (PT) afirmou nesta segunda-feira (30) que o governo não vai mais conceder novas autorizações para pesquisas minerais em áreas indígenas. O petista também voltou a afirmar que colocará fim ao garimpo ilegal em territórios indígenas, como o dos Yanomami – que vêm enfrentando uma grave crise de saúde em razão do avanço da atividade garimpeira. Lula deu as declarações ao ser questionado sobre as medidas que o governo federal tomará para expulsar cerca de 20 mil garimpeiros que exploram florestas e rios onde vivem os indígenas. A pergunta foi feita durante coletiva de Lula com o chanceler da Alemanha, Olaf Scholz – após encontro entre os dois no Palácio do Planalto. "Temos que parar com a brincadeira, não terá mais garimpo. O governo brasileiro vai tirar e acabar com qualquer garimpo a partir de agora. E não vai haver mais, por parte da agência de minas e energia, autorização para alguém fazer pesquisa em qualquer área indígena", disse Lu

ABSTENÇÃO CRESCEU ENTRE 1 E 2 TURNO EM TODAS AS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DESDE 1989


Desde que o país voltou a realizar eleições diretas, em 1989, quando houve segundo turno, menos eleitores compareceram às urnas em relação ao primeiro turno. Em 2018, 20,32% dos 147 milhões de eleitores deixaram de ir às urnas no primeiro turno. No segundo, 21,29% não compareceram – um crescimento de 4,77%. A taxa de abstenção foi de 20,95%.

De acordo com o cientista político da FGV Cláudio Couto, o aumento da abstenção entre os turnos é justificado pela insatisfação com os candidatos disponíveis.

“A tendência sempre é da abstenção crescer do primeiro para o segundo turno, pois parte dos eleitores, insatisfeitos com as opções disponíveis, desiste de ir votar”, afirma Couto. Segundo ele, nos estados onde não haverá segundo turno da eleição estadual a abstenção pode ser ainda maior.

Os índices de abstenção também cresceram ao longo dos anos. Em 1989, quando o país registrou o menor número de abstenções, 11,93% dos eleitores não compareceram no primeiro turno e 14,39% no segundo.

Cláudio Couto, no entanto, pontua que, diante da mobilização dos eleitores no atual pleito, é difícil “cravar” que a abstenção, de fato, irá aumentar. “Esta campanha presidencial está muito quente e mobilizando demais as pessoas, talvez o aumento da abstenção seja um pouco menor este ano. Não dá para cravar”.

Em 1998, quando Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foi eleito ainda no primeiro turno, 21,49% se abstiveram – recorde em comparação com os primeiros turnos dos outros pleitos. O índice se manteve abaixo dos 20% no primeiro turno até 2018.

No segundo turno, 2010 teve a maior abstenção, com 21,50% dos eleitores deixando de votar.

Índice de abstenção nos últimos pleitos

2022

  • Primeiro turno: 20,95%

2018

  • Primeiro turno: 20,32%
  • Segundo turno: 21,29%

2014

  • Primeiro turno: 19,39%
  • Segundo turno: 21,10%.

2010

  • Primeiro turno: 18,12%
  • Segundo turno: 21,50%

2006

  • Primeiro turno: 16,75%
  • Segundo turno: 18,99%

2002

  • Primeiro turno: 17,74%
  • Segundo turno: 20,47%

1998

  • Primeiro turno: 21,49%

1994

  • Primeiro turno: 17,77%

1989

  • Primeiro turno: 11,93%
  • Segundo turno: 14,39%

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