ARRASTÃO DA VITÓRIA REÚNE APOIADORES DE WILSINHO APÓS ELEIÇÃO EM CANGUARETAMA

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Uma multidão azul invadiu as ruas de Canguaretama na noite deste domingo (27) para festejar a vitória de Wilsinho Ribeiro e Fátima do Murim após a vitória na eleição suplementar. Eleito com 9.403 votos válidos para os próximos dois anos pela coligação "Trabalho e Compromisso" (PTB, PP, Podemos e PL), o novo prefeito foi agradecer à população em uma festa da democracia, animada pelas bandas Grafith e Ferro na Boneca, em um arrastão da entrada da cidade até a Praça Augusto Severo, na sede, em frente a Matriz de Nossa Senhora da Conceição. Ao final do percurso, Wilsinho comemorou com os canguaretamenses e reforçou a continuidade dos projetos apresentados durante a campanha.  "Vamos seguir com o trabalho firme por nossa Canguaretama. Não vai faltar atenção, apoio e dedicação para a população que necessita tanto do acolhimento da Prefeitura. Agora, não é mais um interino. É o prefeito que vai seguir com esse papel de estar junto da população. Obrigado a todos que

BRASIL ULTRAPASSA RÚSSIA E SE TORNA PAÍS COM 3º MAIOR NÚMERO DE MULHERES PRESAS


 

O Brasil é o país com a terceira maior população feminina encarcerada no mundo, de acordo com um levantamento divulgado recentemente pelo World Female Imprisonment List.

Com 42.694 mulheres e meninas presas em regime provisório ou condenadas, o país ultrapassou a Rússia, que tem 39.120 encarceradas. Em segundo lugar está a China, com 145 mil; os Estados Unidos lideram a lista de maior população feminina presa, com 211.375.

Apesar de ocupar a terceira posição do ranking em 2022, a população carcerária feminina brasileira teve redução de 4,49% em comparação ao índice de 2017. Do total deste ano, 62% são mulheres negras, de acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública do país.

No ranking dos países que mais encarceram meninas e mulheres desde os anos 2000, o Brasil lidera na América do Sul, tendo aumentado em quatro vezes o número de brasileiras presas no período. A Colômbia está em segundo lugar na região, com 6.746 presas.

Enquanto isso, o mundo registrou aumento de 60% de população carcerária feminina, chegando a 740 mil mulheres e meninas, ainda de acordo com o levantamento, que está na quinta edição.

A pesquisa foi feita a partir de uma coleta realizada em 221 prisões de todo o mundo, incluindo tanto as detidas provisoriamente como as que foram condenadas e sentenciadas. A lista de estudos é feita pelo Birkbeck College, no Reino Unido, com o objetivo de apresentar tendências do encarceramento feminino em países, regiões e continente.

Além do Brasil, o número de mulheres e meninas na prisão aumentou de forma particularmente acentuada no Camboja, Indonésia, El Salvador e Guatemala. Ainda conforme os dados do levantamento, elas representam 6,9% da população carcerária global.

Crescimento da população carcerária feminina no Brasil:

  • 2000: 10,112 mulheres e meninas
  • 2005: 20,264 mulheres e meninas
  • 2010: 34,807 mulheres e meninas
  • 2014: 36,495 mulheres e meninas
  • 2017: 44,700 mulheres e meninas
  • 2022:42,694 mulheres e meninas

*sob supervisão de Giulia Alecrim, da CNN

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