RN TEM 304 OBRAS PÚBLICAS COM RECURSOS FEDERAIS PARALISADAS, DIZ TCU

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  Obra de túnel de macrodrenagem e requalificação da avenida Jerônimo Câmara paralisada (Arquivo) — Foto: Reprodução O Rio Grande do Norte tem pelo menos 304 obras públicas com recursos federais paralisadas e inacabadas. Os dados são do Painel de Obras Paralisadas do Tribunal de Contas da União (TCU), que constatou cerca de 8 mil projetos nesta mesma situação em todo o país. Com base nas fontes de dados do TCU, o Rio Grande do Norte registrou 814 obras públicas com recursos federais em 2022, dentre as quais estão as mais de 300 paralisadas, que representam 37,3%. Conduzidas por prefeituras, por órgãos do governo estadual e pelo próprio governo federal, as obras inacabadas somam investimento total de R$ 929 milhões. Cerca de R$ 346,3 milhões já foram aplicados nesses projetos. Embora a maior parte das obras paralisadas no estado esteja relacionada à Educação - são 125 nesse setor - as obras de maior valor são relacionadas a infraestrutura e saneamento básico. Não entra na conta obras qu

IDIARN INICIA SEGUNDA ETAPA DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AFTOSA

 


Iniciou nesta segunda-feira (1º), a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Rio Grande do Norte, organizado pelo Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do RN (IDIARN). A expectativa é manter a cobertura vacinal acima dos 90% para dar continuidade ao plano estratégico que visa a retirada da obrigatoriedade da vacinação para 2023.

Nesta etapa, segundo o instituto, segue durante todo o mês de novembro, apenas os bovinos e bubalinos de 0 a 24 meses devem ser vacinados. No início do ano, onde foi realizada a primeira etapa, o RN imunizou 92% do rebanho potiguar.

O Rio Grande do Norte, que não apresenta casos da doença há mais de 20 anos, é reconhecido como área livre da febre aftosa com vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), desde maio de 2014, e busca agora o status de livre da aftosa sem vacinação.

“Estamos com uma excelente expectativa para a cobertura vacinal nesta etapa, mantendo os bons resultados podemos alcançar nossa meta para 2023, que é retirar a obrigatoriedade da vacinação. É um desejo não só nosso, mas de toda a agropecuária potiguar”, disse o diretor-geral do IDIARN, Mário Manso.

O instituto reforça ainda que o produtor cadastrado junto ao órgão deve adquirir sua vacina em uma das revendas autorizadas à comercialização, e após vacinar os animais,  encaminhar a um dos escritórios do IDIARN, Emater ou Secretaria de Agricultura do seu município até 15 de dezembro para declarar os rebanhos.

A febre aftosa é uma doença causada por vírus que provoca febre e aftas, principalmente na boca e entre os cascos dos animais, causando enorme perda na produção de leite e carnes.

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