PARQUE DO IMD GERA 2,1 MIL EMPREGOS E MOVIMENTA CERCA DE R$ 200 MILHÕES

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  Passados cinco anos da sua fundação e início das operações, o Parque Tecnológico Metrópole Digital, em Natal, chegou à marca de R$ 200 milhões em faturamento na soma das empresas presentes no ecossistema e já gera mais de 2.100 empregos em 91 marcas presentes. Vinculado ao Instituto Metrópole Digital, da UFRN, o Parque foi fundado em 2017 e conta com uma série de benefícios fiscais para os integrantes do polo tecnológico. Para o diretor-geral do Parque Tecnológico, Rodrigo Romão Nascimento, o espaço está cumprindo com o que foi projetado na sua concepção inicial.  “A ideia do Parque veio finalizar a missão do IMD, que era fomentar a criação de um polo de tecnologia da informação. O IMD começou por volta de 2011 com o ensino, pesquisa. Esses cinco anos foram necessários para consolidá-lo de fato, ter uma referência, identidade. Nossa missão daqui pra frente é ser um ambiente promotor de conexões para a área de TI”, explica Romão. O Metrópole Digital foi criado a partir da liberação de

NEGÓCIOS INFORMAIS REPRESENTAM 73% DOS EMPREENDEDORES NO RN

 


A cada 10 donos de negócio no Rio Grande do Norte, pelo menos sete estão na informalidade. Este dado faz parte do Estudo do Empreendedorismo Informal no Brasil, divulgado pelo Sebrae neste ano, com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Entre as principais discrepâncias entre os empresários formais e aqueles que não são Pessoa Jurídica, está na remuneração: entre os que ganham acima de cinco salários mínimos, os empresários são 843,9% a mais do que aqueles que empreendem sem qualquer tipo de formalidade.

Segundo o levantamento que estuda o perfil do empresário informal, pelo menos 301.683 pessoas não têm CNPJ na informalidade em todo o RN, enquanto 111.440 seguem caminho contrário. Ainda de acordo com os indicadores do IBGE, 96,5% trabalham por conta própria e 3,5% empregam outras pessoas. Considerando o tempo de informalidade, 214.042 (71,3%) delas estão há mais de dois anos nesta situação, indica o estudo.

Ainda conforme os números divulgados pelo IBGE, pelo menos 72,4% dos informais relataram ganhar até um salário mínimo (R$ 1.212). Os que ganham mais de cinco salários mínimos foram 1.913 pessoas – 0,6% do total – número bem inferior aos 16.145 empresários com CNPJ com o mesmo rendimento: uma diferença de 843,96%; eles correspondem a 14,5% do total de donos de negócios totalmente regularizados.

Entre os setores em que aqueles potiguares que não têm CNPJ mais atuam estão o de serviços (42,3%), seguido pelo comércio (19,5%). Agropecuária (18%) e construção (12,1%) também contam com participação de profissionais informais, assim como a indústria (8,1%), mas em menor porcentagem. Entre os donos de empresas formalizadas, as maiores concentrações estão nos segmentos estão no comércio (46,3%) e nos serviços (45,5%). Construção (4,8%), indústria (3,2%) e o setor agro (0,2%) têm menor presença.

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