QUATRO MULHERES SÃO ASSASSINADAS POR DIA NO BRASIL, APONTA PESQUISA

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  Foto: DIVULGAÇÃO/ELZA FIÚZA/AGÊNCIA BRASIL A cada seis horas uma mulher é vítima de feminicídio no Brasil. De acordo com um estudo realizado pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública), no primeiro semestre de 2022, 699 mulheres foram assassinadas. Este número é 3,2% maior do que o total de mortes registrado no mesmo período de 2021, quando 677 vidas foram ceifadas. Na pesquisa, os estados com maior incremento desse tipo de crime foram o Acre (250%), Amapá (200%), Rondônia (116,7%), Sergipe (100%) e Santa Catarina (52,6%). Analisando de forma regional, no último ano, o Sul apresentou a maior porcentagem (12,6%) com 116 mortes. Segundo a advogada Isabela Guimarães Del Monde, coordenadora do movimento Me Too Brasil, apesar da flexibilização das medidas de isolamento social, a pandemia ainda tem impacto no aumento do número de casos de feminicídio no país. “As mulheres perderam muita renda, a permanência e o ingresso no mercado de trabalho, tornando-se mais dependente financeirame

2,7 MIL CELULARES SÃO BLOQUEADOS POR DIA NO BRASIL POR ROUBO OU PERDA

 

Foto: Victor Vidigal/g1


O Brasil teve 759.175 celulares bloqueados contra roubos e perdas até setembro de 2022, de acordo com dados contabilizados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), através do Cadastro de Estações Móveis Impedidas (CEMI). O número equivale a cerca de 2.781 bloqueios por dia.

O CEMI foi criado em 2000 para que operadoras de telefonia possuíssem um banco de dados que mostrasse quais eram os celulares que não deveriam ser usados. Desde então, 14,7 milhões de aparelhos foram bloqueados. 

Após o pedido dos donos dos celulares, o bloqueio é realizado pelas operadoras através do IMEI (sigla em inglês para “Identidade Internacional de Equipamento Móvel”), uma espécie de “RG” de cada aparelho.

O celular registrado no CEMI pode ter o chip trocado mas será impedido de acessar a rede de todas as operadoras do Brasil para fazer ligações ou se conectar à internet móvel.

Isso dificulta que o aparelho seja revendido por receptadores, mas a tecnologia às vezes é driblada pelos criminosos, que clonam e adulteram IMEIs.

Mesmo com as possíveis falhas do bloqueio, o código é fundamental para o rastreio caso exista alguma chance de recuperar o aparelho.

Subnotificação

Apesar da importância do pedido de bloqueio junto à polícia e operadoras, 49% das pessoas não realizam esse procedimento corretamente com o IMEI, de acordo com pesquisa do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil).

O levantamento ainda mostrou que 48% das pessoas não registram um boletim de ocorrência na polícia.

Também subnotificados, os registros nacionais de roubo e furto de celulares têm média anual de 930 mil, de acordo com dados coletados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública desde 2018. A taxa é 27% menor do que a média dos bloqueios registrados no mesmo período.

Atualmente, época em que o celular virou a “nova carteira”, o cuidado com a perda do aparelho é ainda mais importante, diz Carlos Ruiz, delegado titular da 3ª DCCiber (Divisão de Crimes Cibernéticos) da Polícia Civil de São Paulo.

“Esses autores de crimes que envolvam tecnologia também se atualizam com relação aos sistemas, mas principalmente com relação ao comportamento do usuário da tecnologia que muitas vezes deixa de tomar algumas medidas de segurança”, diz.



G1

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