EM NOVA CRUZ, GRUPO NOGUEIRA INAUGURA EMPREENDIMENTO NO RAMO AUTOMOTIVO, O "NOGUEIRA AUTO PEÇAS"

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  Mais um grande empreendimento do grupo Nogueira foi inaugurado na manhã desta segunda-feira, 06 no município de Nova Cruz. O grupo tem atuação empresarial no ramo em lojas de eletrodomésticos e agora chegando no automotivo. A Nogueira Auto Peças é uma loja especializada em veículos automotivos e está situada na rua 15 de Novembro, centro da nossa cidade e que c onta com uma equipe técnica de pronta para lhe atender.

LEI DE PARCERIAS COM SETOR PRIVADO SERÁ ENVIADA À ALRN AINDA ESTE ANO

 


As Parcerias Público Privadas (PPP’s) e concessões de equipamentos públicos a serem administrados por empresas já são uma realidade em vários estados do Brasil e tem avançado pelos estados nordestinos. O Rio Grande do Norte ainda não alavancou nesse processo, mas uma lei que já está elaborada pelo Governo do Estado deverá ser encaminhada à Assembleia Legislativa ainda neste ano com as diretrizes para tanto. O projeto encontra-se em análise na Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedec/RN) e a governadora Fátima Bezerra (PT) já comunicou ao deputado Ezequiel Ferreira (PSDB), presidente do Legislativo Estadual, sobre o envio da matéria.

“Nos reunimos hoje com a governadora Fátima Bezerra para tratarmos de projetos de interesse do RN. Entre eles está sendo enviado para Assembleia legislativa o de regulação das PPP’s. O projeto irá gerar novos investimentos, oportunidades de emprego e renda, além da modernização no sistema de gestão”, informou o parlamentar pelas suas redes sociais no último dia 10 de novembro.

A Sedec/RN não se manifestou sobre o assunto. De acordo com a assessoria de imprensa da pasta, o projeto ainda está sob a análise do secretário Jaime Calado, que não se pronunciou até o fechamento desta matéria.

Um estudo da ICO Consultoria, que atua na área das parcerias entre o setor público e privado, mapeou 42 projetos de concessão desenvolvidos no âmbito estadual das 27 unidades da federação, durante a atual gestão do Poder Executivo (2019-2022) e nada encontrou na gestão potiguar do período. Foram encontrados 42 projetos em 12 estados, nos quais os setores de parques, rodovias e mobilidade urbana tiveram maior destaque. Do Nordeste, ficaram de fora, além do RN, a  Paraíba. O Portal de Parcerias do Maranhão não possuía todas as informações necessárias.

O mais próximo que o Rio Grande do Norte chegou neste aspecto foi o contrato de concessão da Arena das Dunas, que, nos moldes firmados, não repercutiu positivamente nas finanças do Estado. Porém, um programa de concessões e PPPs bem elaborado é visto com entusiasmo pelo setor produtivo, especialmente por entidades da área do turismo que apostam nisso para desenvolver o setor, gerar emprego, renda e tributos.

O coordenador da Câmara Empresarial do Turismo da  Federação do Comércio dos Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio/RN), George Costa, diz que a entidade não participou da elaboração do projeto que o Governo pretende enviar para apreciação dos deputados, mas que vai participar do debate quando esse chegar no Legislativo.

“Entendemos que nosso papel de debater vai ser quando esse projeto chegar à Assembleia porque teremos a possibilidade de participar das audiência públicas, em contato com os deputados, fazendo esse trabalho de aprimoramento do projeto. Achamos uma iniciativa importante pra gente poder entrar na locomotiva da modernidade aqui no Estado”, disse ele.

O presidente da Associação Brasileira da Indústria dos Hoteis (ABIH-RN), Abdon Gosson, defende que o Governo inclua equipamentos turísticos na lista de concessões. “Quando passa para a administração privada, toma outra visibilidade, outro grau organizacional de limpeza, de estrutura, de divulgação. O turista vai chegar mais e vai sair satisfeito porque vai se sentir respeitado”, destacou.

Entre os equipamentos que ele vislumbra, está o Forte dos Reis Magos, que não abre às segundas-feiras e o Centro de Convenções. Ambos são pontos de consenso no segmento. O presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do RN, Habib Chalita também acredita que essa medida deve fortalecer o turismo em Natal, otimizando o funcionamento desses estabelecimentos.

“Precisamos de uma PPP relacionada ao Forte dos Reis Magos. Precisamos também para o Centro de Convenções. Acho que teríamos urgência maior nesses porque estamos necessitando de melhor gestão para gerar empregos e renda para a população”, disse ele.
Chalita ressalta que já há uma intenção do Município de Parnamirim em firmar uma PPP para a revitalização da área da Marina Badauê, na Praia de Pirangi. “Foi conversado em fase embrionária de fazer uma marina digna que requer aporte financeiro alto, mas com uma PPP é possível. O turismo se desenvolve cada vez mais através de parceria público-privada”, enfatizou.

Trade defende parcerias para parques públicos 

Na lista de alvos de concessões, defendida pelo trade turístico, também entra a operação dos parques públicos. Nesse caso, inclui-se, além do Parque das Dunas, o Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, que é administrado pelo Município de Natal. “São dois parques que poderiam estar em todo ou em parte concedidos ao à iniciativa privada com o objetivo de preservar o o ambiente também. Hoje se tem isso em vários lugares, por exemplo, Fernando Noronha que é um Parque Nacional, as Cataratas do Iguaçu que também é um parque nacional e todos eles são concedidos à iniciativa privada, que tem por obrigação a manter a infraestrutura e a preservação ambiental”, diz George Costa, coordenador da Câmara Empresarial do Turismo da Fecomércio.

Forte dos Reis Magos, que passou por uma recente reforma, é citado na lista de alvos para PPP’s


E o Cajueiro de Pirangi, em Parnamirim, que assim como o Parque das Dunas em Natal é gerido pelo Idema (Instituto de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente), também é apontado pelo setor produtivo para ser administrado pela iniciativa privada. “Ajudaria na organização da infraestrutura, pensar num projeto de revitalização reorganizando as lojinhas. Então, é um outro produto viável”, frisa.

Não há uma avaliação de quanto esses equipamentos poderiam gerar em investimentos. O coordenador da câmara Empresarial do Turismo da  Fecomércio/RN diz que o Governo precisa elaborar o estudo de viabilidade técnica e econômica para constatar quanto podem gerar em investimentos e assim saber o valor da outorga. 

Um exemplo próximo é o estado de Pernambuco que nos últimos anos apostou numa carteira robusta de concessões, movimentando R$ 4 bilhões em ativos. Os pernambucanos disponibilizaram ativos como o Aeroporto de Fernando de Noronha, pontos de embarque e desembarque (abrigos e totens) do Sistema de Transporte Público de Passageiros (STPP), abrangendo 14 municípios, terminais urbanos e estações de BRT e a produção de energia no ambiente de comercialização livre. A carteira do Programa de Parcerias Estratégicas, incluiu ainda o Parque Estadual Dois Irmãos e o Centro de Convenções. 

Forte, Centro de Convenções, e Cajueiro citados para PPPs

Ainda durante a campanha eleitoral desse ano, a Fecomércio/RN entregou aos candidatos ao Governo do Estado, entre eles a governadora Fátima Bezerra, que foi reeleita, o documento RN em Foco – Sugestões para o futuro da economia do Rio Grande do Norte, no qual apontava a possibilidade das PPPs tendo como alvo alguns equipamentos públicos.

“O primeiro equipamento que a gente imagina que tem tino comercial, uma área forte na área comercial, é o Centro de Convenções de Natal. É um ativo que não consegue competir com a velocidade do mercado como está hoje. O poder público não consegue gerir situações,  por exemplo, um desconto que o cliente precisa, uma concessão, uma parceria dentro para montar uma sala pra alguma atividade ou resolver com a velocidade imediata algum imprevisto. A tendência que vem acontecendo no Brasil inteiro é da concessão para a iniciativa privada, mediante investimentos e melhorias”, explica George Costa, coordenador da câmara Empresarial do Turismo da Fecomércio.
Modernizado e recentemente ampliado, o complexo do Centro de Convenções se destaca pela facilidade de acesso, baixo custo de logística e pela proximidade da diversificada infraestrutura hoteleira entre a Via Costeira e Ponta Negra. São três pavilhões, três blocos e a capacidade de receber simultaneamente 16 mil pessoas. Tudo administrado pela Empresa de Promoção Turística do Estado (Emprotur/RN).
“Esse equipamento cria uma dinâmica de novos eventos na cidade que mexe a cadeia inteira não só no turismo, porque ele vai trazer novos visitantes que vêm com uma motivação que não é turística, mas utilizam os equipamentos turísticos, como hotéis, restaurantes, bares, serviço de transporte, enfim. Normalmente quando são congressos de eventos em cidades com apelo turístico, a família aproveita e vem junto do visitante”, analisa o coordenador.

Para ele, a estrutura do Centro de Convenções está subutilizada e poderia ser mais dinamizada com investimento privado.
Outro equipamento turístico tem um apelo histórico e também poderia atrair o interesse de investidores. É o Complexo da Rampa, que 
abrange o Museu do Aviador. O local sofreu uma grande intervenção para ser reformado, mas ainda não está aberto ao público. “O prédio está pronto há dois anos, mas sem utilização pública, então, a gente entende que lá é uma área cultural de Natal, de visitação histórica, um local que a exploração comercial poderia sim ser feita pela iniciativa privada”, destaca George Costa.

Outro equipamento público apontado é o Forte dos Reis Magos, que também passou por uma recente reforma e foi reaberto à visitação no final do ano passado. “O que vem acontecendo no Brasil inteiro é que esses fortes se transformaram em verdadeiros espaços para eventos, como festas e casamentos. O espaço turístico pode ser transformado para realização de shows e apresentações culturais. Isso seria tranqüilamente compensado em função do ingresso que o empreendedor cobraria, em função das melhorias que precisaria fazer”, explica George Costa.

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