SE HOUVER ESPAÇO, SALÁRIO MÍNIMO SOBE EM MAIO PARA R$ 1.320,00, DIZ MINISTRO

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  O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, reafirmou nesta segunda-feira, 6, que o governo está empenhado em estudar uma maneira de viabilizar o salário mínimo de R$ 1.320,00 a partir de 1º de maio, mas que ainda é cedo para garantir o aumento. Ele participa na manhã desta segunda junto com outros 11 ministros da posse de Aloizio Mercadante na presidência do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, no Rio de Janeiro. Marinho também avaliou que este ano serão gerados mais empregos do que em 2022, mas que a taxa de desemprego deve permanecer no patamar atual ou mesmo subir, pela inclusão de pessoas que haviam desistido de procurar emprego e se sentirão estimuladas a voltar a procurar. "Vamos aguardar para ver a tendência do crescimento econômico. Acredito sinceramente que a partir da dinâmica do governo do presidente Lula, 14 mil obras paradas hoje serão retomadas gradativamente e isso vai melhorar a relação emprego e renda, seguramente vai impulsionar o crescimento da eco

ENTENDA POR QUE OS PRODUTORES DE LEITE EM ALGUNS MUNICÍPIOS DO SERIDÓ JÁ COMEÇARAM A TIRAR O PRODUTO SÓ UMA VEZ NO DIA, CONTRARIANDO DONOS DE LATICÍNIOS

 

CEDIDA     

No Rio Grande do Norte, precisamente na região Sérido, está um desânimo geral entre os produtores de leite. Segundo eles, ter que tirar dinheiro do bolso todo mês para pagar o prejuízo é uma grande furada. 

“Não tem quem aguente. Soja, milho, diesel, energia elétrica, e a mão de obra, todos com valores nas alturas e o leite que é um produto perecível, não tem como você produzir e estocar por muito tempo para que possa aguardar uma valorização!”, diz seu Francisco que é produtor há 30 anos . 

“Todo mês em queda frequente, o preço pago pelo litro do produto é em média R$ 2,35, uma verdadeira miséria, enquanto o kg de queijo sobe todo mês em Natal e Mossoró”, completou.

Resumindo, para o empresário, não compensa mais. “Do jeito que tá, só dá para os donos de laticínios, se a gente não mudar nossa forma de produzir logo, no final vai ser quebradeira geral”, explica o produtor.

“Hoje, é mais interessante para o produtor, deixar os bezerros mamar e tirar o leite só uma vez. Com isso diminuí a produção, o Bezerro fica gordinho, o proprietário reduz as despesas e trabalha menos, basta apenas o produtor usar a cabeça”, disse Seu Francisco.

Em grupos de “ZAP DE PRODUTORES” muitos agropecuaristas de Caicó, Jucurutu e Jardim de Piranhas, estão se organizando para reduzir a produção de leite nas próximas semanas, em muitas fazendas o leite já começa a ser tirado só uma vez no dia.

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