SE HOUVER ESPAÇO, SALÁRIO MÍNIMO SOBE EM MAIO PARA R$ 1.320,00, DIZ MINISTRO

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  O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, reafirmou nesta segunda-feira, 6, que o governo está empenhado em estudar uma maneira de viabilizar o salário mínimo de R$ 1.320,00 a partir de 1º de maio, mas que ainda é cedo para garantir o aumento. Ele participa na manhã desta segunda junto com outros 11 ministros da posse de Aloizio Mercadante na presidência do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, no Rio de Janeiro. Marinho também avaliou que este ano serão gerados mais empregos do que em 2022, mas que a taxa de desemprego deve permanecer no patamar atual ou mesmo subir, pela inclusão de pessoas que haviam desistido de procurar emprego e se sentirão estimuladas a voltar a procurar. "Vamos aguardar para ver a tendência do crescimento econômico. Acredito sinceramente que a partir da dinâmica do governo do presidente Lula, 14 mil obras paradas hoje serão retomadas gradativamente e isso vai melhorar a relação emprego e renda, seguramente vai impulsionar o crescimento da eco

MAIORIA DOS PROFESSORES DECIDE QUE NÃO VAI TER GREVE NA UERN

 


Não vai ter greve na Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Por 169 votos a 60, os docentes reprovaram o indicativo de greve proposto pela Associação dos Docentes da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (ADUERN), em assembleia realizada nesta terça-feira, 7.

A maioria entendeu que não é momento para paralisar as atividades, mesmo levando em conta o achatamento salarial, uma vez que a categoria não recebe recomposição dos salários há uma década.

Pesou o fato de a autonomia financeira ser recente, completando um ano neste mês de dezembro, e que a Reitoria precisa de tempo para ajustar a gestão financeira. Os docentes também entenderam que os estudantes, já bastante prejudicados no período da pandemia, não podem pagar mais esse preço.

Os docentes reivindicam um reajuste de 80% de forma escalonada, a partir de 2023 até 2025. Já a Reitoria apresentou a contraproposta:

- Implantação, em 2023, da tabela do PCCR docente com aumento salarial de 5% no salário base, para todas as classes e todos os níveis;

- Implantação, em 2024, da tabela 3, com elevação da titulação: 10% para a Classe I; 26% para a Classe II e 55% para a Classe III;

- Antecipação da tabela 4, de 2025 para 2024, com aumento de 10% no salário base e reflexo nas titulações;

- Assinatura de uma Carta Compromisso perante as categorias docentes e técnico administrativa para, a partir de 2025, construir uma campanha salarial, discutindo a reposição de perdas, dentro das condições garantidas pela autonomia financeira.

A reitora Cicilia Maia entende que a situação salarial dos docentes é delicada e reconhece que a categoria não recebe reajuste há 10 anos. O ultimo foi dado na gestão da ex-governadora Rosalba Ciarlini.

Mas, a reitoria pondera que o momento é delicado e que a Uern não tem condições para atender o que pede a Aduern. Cicilia tratou sobre o assunto no “Cafezinho com César Santos” – leia AQUI.

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