SE HOUVER ESPAÇO, SALÁRIO MÍNIMO SOBE EM MAIO PARA R$ 1.320,00, DIZ MINISTRO

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  O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, reafirmou nesta segunda-feira, 6, que o governo está empenhado em estudar uma maneira de viabilizar o salário mínimo de R$ 1.320,00 a partir de 1º de maio, mas que ainda é cedo para garantir o aumento. Ele participa na manhã desta segunda junto com outros 11 ministros da posse de Aloizio Mercadante na presidência do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social, no Rio de Janeiro. Marinho também avaliou que este ano serão gerados mais empregos do que em 2022, mas que a taxa de desemprego deve permanecer no patamar atual ou mesmo subir, pela inclusão de pessoas que haviam desistido de procurar emprego e se sentirão estimuladas a voltar a procurar. "Vamos aguardar para ver a tendência do crescimento econômico. Acredito sinceramente que a partir da dinâmica do governo do presidente Lula, 14 mil obras paradas hoje serão retomadas gradativamente e isso vai melhorar a relação emprego e renda, seguramente vai impulsionar o crescimento da eco

NORDESTE TEM SEGUNDO MAIOR PERCENTUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS EM 2022



 O Nordeste ocupa o 2º lugar no ranking de regiões com maior percentual de produção de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) em 2022, com 24,7%, e fica atrás apenas da região Sudeste, que produziu 49,7% do total. Na sequência, aparecem as regiões Norte e Centro-Oeste, ambas com 7,5%, e a região Sul, que participa com 10,6% da produção.

No cenário nacional, foram produzidas aproximadamente 81,8 milhões de toneladas do material, o que corresponde a 224 mil toneladas diárias. Os dados são do último panorama da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) referente a este ano. 

Em números absolutos, a região Nordeste produziu 20.200.385 toneladas de RSU neste ano, alcançando uma diminuição de 0,81% em relação a 2021, quando foram constatadas 20.365.442 toneladas. Os materiais são provenientes tanto das atividades domésticas em residências urbanas (resíduos domiciliares), quanto da varrição, limpeza de logradouros e vias públicas e outros serviços de limpeza urbana (resíduos de limpeza urbana).

Na produção diária, segundo aponta o relatório da Abrelpe, cada brasileiro produziu, em média, 1,043 kg de resíduos, representando uma curva regressiva em relação ao ano anterior. Na avaliação da associação, o cenário pode ter sido influenciado pelas novas dinâmicas sociais que acompanham a saída do país dos momentos de maior gravidade da pandemia. Dentre eles, a retomada da geração de resíduos nas empresas, escolas e escritórios, além da menor utilização dos serviços de delivery no comparado ao momentos mais críticos do isolamento social. 

Coleta e destinação 

Com relação à coleta de RSU, de acordo com o panorama, o país registrou um total de 76,1 milhões de toneladas coletadas, levando a uma cobertura de coleta de 93%. A região Nordeste junto a Norte, no entanto, ainda apresenta índice que se aproxima de 83%, deixando boa parte da população sem acesso aos serviços de coleta regular de RSU nessas regiões. Já as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste alcançaram índice de cobertura de coleta superior à média nacional. 

O Nordeste é, ainda, a região com o segundo maior percentual de disposição inadequada de RSU, com  62,4%. Em números absolutos, 10.491.191 toneladas de lixo foram descartados em locais como lixões e aterros controlados durante 2022.

Já os que tiveram disposição adequada somam 6.214.527, o que corresponde a 37,2%. No Brasil, por sua vez, a maior parte dos RSU coletados (61%) continua sendo encaminhada para aterros sanitários, com 46,4 milhões de toneladas enviadas para destinação ambientalmente adequada.

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