PARQUE DO IMD GERA 2,1 MIL EMPREGOS E MOVIMENTA CERCA DE R$ 200 MILHÕES

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  Passados cinco anos da sua fundação e início das operações, o Parque Tecnológico Metrópole Digital, em Natal, chegou à marca de R$ 200 milhões em faturamento na soma das empresas presentes no ecossistema e já gera mais de 2.100 empregos em 91 marcas presentes. Vinculado ao Instituto Metrópole Digital, da UFRN, o Parque foi fundado em 2017 e conta com uma série de benefícios fiscais para os integrantes do polo tecnológico. Para o diretor-geral do Parque Tecnológico, Rodrigo Romão Nascimento, o espaço está cumprindo com o que foi projetado na sua concepção inicial.  “A ideia do Parque veio finalizar a missão do IMD, que era fomentar a criação de um polo de tecnologia da informação. O IMD começou por volta de 2011 com o ensino, pesquisa. Esses cinco anos foram necessários para consolidá-lo de fato, ter uma referência, identidade. Nossa missão daqui pra frente é ser um ambiente promotor de conexões para a área de TI”, explica Romão. O Metrópole Digital foi criado a partir da liberação de

VACINA CONTRA HIV INDUZ RESPOSTA IMUNOLÓGICA EM 97% DOS CASOS

 

Foto: Afif Ramdhasuma/Unsplash


Uma nova vacina, ainda em fase experimental, contra o HIV induziu resposta imunológica em 97% dos participantes de um ensaio clínico de fase 1. Os resultados foram publicados na revista científica Science.

Cada um dos 48 voluntários recebeu duas administrações de placebo, vacina de baixa dose ou vacina de alta dose com 8 semanas de intervalo. Segundo os pesquisadores, não foram registrados efeitos adversos graves decorrentes do imunizante, chamado de eOD-GT8 60mer.

Os níveis de anticorpos foram semelhantes entre os que receberam as doses baixa e alta da vacina. No entanto, o último grupo apresentou resposta imunológica maior. “Os resultados estabelecem a prova clínica de conceito para a estratégia” usada no imunizante, lê-se no artigo.

As vacinas que induzem anticorpos com características genéticas predefinidas e especificidades de ligação prometem combater vírus com alta diversidade antigênica, como HIV, influenza, vírus da hepatite C e betacoronavírus”, disseram os pesquisadores.

Um dos desafios de se criar uma vacina contra o HIV é que o vírus causador da doença sofre mutações rapidamente. Os cientistas que trabalham na eOD-GT8 60mer buscam resolver esse problema ao desenvolver um imunizante que estimule as células B a induzir os chamados anticorpos amplamente neutralizantes, os bnAbs.

Conforme os pesquisadores, a proteção pode ser alcançada se as vacinas induzam de forma consistente os bnAbs, “de preferência em conjunto com ampla imunidade de células T”.

Poder 360

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