DEPUTADO BENES LEOCÁDIO É RECONDUZIDO PARA COORDENAR A BANCADA FEDERAL EM 2023

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  O deputado federal Benes Leocádio (União Brasil) foi reconduzido à coordenação da bancada federal do Rio Grande do Norte. O nome do parlamentar foi ratificado, por unanimidade, durante reunião na tarde desta quarta-feira (8), em Brasília, que contou com a presença de todos os deputados e senadores potiguares. “É uma grande honra ser reeleito para liderar a nossa bancada federal. Nos últimos anos, atuamos, para otimizar os trabalhos, aproximando as demandas de nosso Estado ao legislativo, prezando sempre pelo diálogo e unidade de nossa bancada. É mais um desafio, agora renovado, que vou cumprir com afinco, responsabilidade e compromisso com nosso RN”, disse Benes. A reunião foi o primeiro momento, nesta nova legislatura, em que toda a bancada federal potiguar esteve reunida. Estavam presentes os deputados federais Benes Leocádio (União Brasil), Fernando Mineiro (PT), General Girão (PL), Paulinho Freire (União Brasil), Natalia Bonavides (PT), João Maia (PL) Sargento Gonçalves (PL) e Ro

SEM CIRURGIA, PACIENTE RELATA ESPERA DE 16 DIAS APÓS ACIDENTE DE MOTO

 

Eduardo Bezerra está internado há 11 dias no Hospital Memorial à espera da cirurgia       

O analista de dados Eduardo Bezerra, 36 anos, se acidentou enquanto trafegava de moto no último dia 19 de dezembro. O acidente lhe rendeu uma fratura no platô da tíbia, que tem a necessidade de uma cirurgia, mas que desde então ainda não foi feito. Inicialmente internado no Hospital Walfredo Gurgel e depois encaminhado ao Memorial São Francisco, onde o paciente está internado há 11 dias e sem previsão para a realização do procedimento. O que impede é a paralisação dos anesteseologistas que já dura 20 dias.

O paciente já fez todos os exames necessários pré-operatório e já tem o médico cirurgião escalado. Porém, há a necessidade de aplicação de anestesia na cirurgia e não há profissional para fazer o serviço. Isso porque os médicos especialistas da área e que prestam serviços pela Cooperativa dos Anesteseologistas do RN (Coopmed-RN) suspenderam os serviços para pela rede do Sistema Único de Saúde (SUS), devido a atrasos de pagamento do Governo do Estado e da Prefeitura do Natal.

Sem previsão para fim da greve e sem saber quando vai fazer a cirurgia, Eduardo Bezerra diz que o pior é precisar do procedimento e não ter a definição de uma data para tal. Associado a isso, a lesão dele pode se intensificar com o passar do tempo.

"Quando será que eu vou conseguir fazer? E tem o agravante: após 15 dias sem cirurgia o osso começa a calcificar. Com isso, ao invés de o médico fazer uma cirurgia, ele vai ter que fazer duas. Porque vai ter que raspar o osso, fechar e esperar um tempo para fazer outra cirurgia", detalhou o paciente.

Além disso, ele confessa que a espera tem afetado também a rotina dos seus familiares que precisam se revezar como acompanhantes. Como trabalha durante a semana, a esposa dele tem passado os sábados e domingos com o marido, enquanto cunhados, tios e a sogra fica com ele nos outros dias.

"Eu já falei para minha esposa que se essa cirurgia não sair esta semana eu não vou mais conseguir ficar aqui e vou ter que dar um jeito de conseguir fazer particular. E isso é o meu caso, agora imagina a galera que não tem como dar um jeito. Tem gente aqui pagando acompanhante a R$ 150 uma noite, tem quem desloca a família para acompanhar porque esses pacientes não podem ficar sozinhos. Então não se está mexendo com uma vida, mas de dois, três, quatro, de uma família inteira", afirma Eduardo Bezerra.

Mesmo na dificuldade, o analista de dados se solidariza com outros pacientes que conheceu nesse período. "É cada história aqui dentro", afirma ele. Só no quarto onde está internado, ele já conheceu mais quatro pessoas que estão na mesma situação que a dele. "A sensação que se tem é que você está simplesmente largado, que ninguém vai fazer nada e que essa greve não vai acabar tão cedo", disse.

Greve iniciada há 20 dias

A greve dos profissionais da Coopanest começou no dia 15 de dezembro do ano passado. Os anesteseologistas cooperados reivindicam o pagamento de parcelas em atraso do Governo do Estado e da Prefeitura do Natal.

A Coopanest informou que as parcelas do governo estadual referentes aos meses de julho e agosto, o que representaria R$ 2.063.559,90 na amortização da dívida, estão atrasadas. A reportagem da TRIBUNA DO NORTE entrou em contato com a Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap), que afirmou que o valor está fechado para trâmite financeiro. A previsão da pasta é que o dinheiro seja entregue à cooperativa até o dia 15 de janeiro.

Já a Prefeitura do Natal, desde o início da suspensão dos atendimentos, fez dois depósitos no valor total de R$ 1.424.186,67, referentes a dois meses do contrato. A Coopanest diz que ainda foi deixado em aberto o repasse dos procedimentos de média e alta complexidade, que são de responsabilidade do governo federal no valor de R$ 1.259.392,89.

A paralisação dos anesteseologistas suspendeu o atendimento de cirurgias e exames eletivos. Nesse período, os profissionais mantiveram os serviços de urgência e emergência, além das escalas de plantão.

Tribuna do Norte

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